Unidade entre Lula e Alckmin existe para proteger a democracia, diz presidente do PSB

Por redação

O presidente vernáculo do PSB, Carlos Siqueira, falou à CNN nesta segunda-feira (9) sobre a placa recém-lançada para as eleições presidenciais de 2022 que reúne os ex-adversários Luís Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB).

“Essa unidade gera um simbolismo muito grande, aquele mesmo simbolismo que os países tem quando estão em guerra”, afirmou Siqueira.

Segundo ele, o país enfrenta uma “guerra pela democracia”. “O presidente Bolsonaro, desde sua candidatura e durante os quase 4 anos de governo, é inimigo dito da democracia”, afirmou Siqueira.

Para Siqueira, a presença de Alckmin na placa contribui para a construção de uma unidade entre pessoas que pensam de maneira dissemelhante.

“Só se faz uma grande frente e só se salva a democracia brasileira se você unificar um conjunto de forças políticas e econômicas que são defensoras da democracia”, disse.

“Alckmin de certa maneira representa e simboliza essa amplitude que quer se dar avante popular”, concluiu.

Siqueira afirmou que a amplitude não deve permanecer exclusivamente na candidatura, mas incluir também a união de setores econômicos, políticos e sociais que interessem a trabalhadores, empresários, sistema produtivo e financeiro em torno de um programa generalidade.

O objetivo seria restabelecer a plenitude da democracia brasileira e inferir objetivos econômicos que tirem o país da crise.

Questionado se declarações públicas de improviso do ex-presidente Lula poderiam atrapalhar o desempenho da placa, Siqueira respondeu que Lula “precisaria errar demais para poder perder essa eleição.”

Ele ressaltou que as falas do petista devem se tornar mais pragmáticas.

“O evento de lançamento da placa já revelou um Lula muito mais zeloso com o que fala e acho que daqui pra frente será assim. Evidente que ninguém vai tirar a espontaneidade dele, mas terá o zelo para que as falas possam ser mais programadas”, disse.

“Para vencer você precisa unir os diferentes, não se faz uma coligação e uma frente política unindo quem pensa da mesma forma”, comparou o presidente do PSB.

Para Siqueira, a presença de Alckmin na placa contribui na construção dessa unidade:

“Só se faz uma grande frente e só se salva a democracia brasileira se você unificar um conjunto de forças políticas e econômicas que são defensoras da democracia”, disse. “Alckmin de certa maneira representa e simboliza essa amplitude que quer se dar avante popular”, conclui o presidente do PSB.

Para Siqueira, a amplitude não deve permanecer exclusivamente na candidatura.

“Unificando setores econômicos políticos e sociais que interessem a trabalhadores, a empresários, que interesse ao sistema produtivo, ao sistema financeiro, possa coesionar essas forças em torno de um programa generalidade, que vise, em primeiro lugar, reestabelecer a plenitude da democracia brasileira, mas mais do que isso, ele vise ter objetivos econômicos que tirem o país da crise”, afirmou.

Questionado se declarações públicas de improviso do ex-presidente Lula poderiam atrapalhar o desempenho da placa, Siqueira foi definitivo.

“Lula é sem incerteza nenhuma o candidato preferencial, acho que precisaria errar demais para poder perder essa eleição”, disse o presidente do PSB, ressaltando que as falas devem se tornar mais pragmáticas.

“O evento de lançamento da placa já revelou um Lula muito mais zeloso com o que fala e acho que daqui pra frente será assim, simples que ninguém vai tirar a espontaneidade dele, mas terá o zelo para que as falas possam ser mais programadas”, disse.

Disputa em São Paulo

Enquanto a unidade da placa para a disputa presidencial parece muito encaminhada, a disputa pelo governo de São Paulo continua em simples, com Fernando Haddad (PT) e Márcio França (PSB) se apresentando porquê pré-candidatos e disputando o topo das pesquisas eleitorais.

Siqueira defendeu uma placa única também no estado, em torno de quem tem melhores condições “de retirar a eleição um pouco mais ao meio.”

“Nós consideramos que o ex-governador Márcio França tem essas condições”, avalia.

Ele afirmou, porém, não confiar que a indefinição em São Paulo possa “atrapalhar o objetivo maior que é escolher Lula presidente e Alckmin vice”.

Eleições 2022

CNN realizará o primeiro debate presidencial de 2022. O confronto entre os candidatos será transmitido ao vivo em 6 de agosto, pela TV e por todas as plataformas digitais.

CNN Brasil

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