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STF usou Francischini para mandar recado ao presidente, diz Flávio Bolsonaro à CNN

Por redação

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou, nesta quarta-feira (8), em entrevista exclusiva à CNN, que a manutenção da cassação do deputado estadual do Paraná Fernando Francischini (União Brasil) pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federalista (STF) foi um recado da Incisão ao presidente presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Eu perdi já a esperança. Eu tinha a esperança que internamente o Supremo conseguisse se resolver e evitar esse arroubos individuais de alguns em momentos diferentes, que são aberrações jurídicas. Olha, o que fizeram com o deputado Francischini: uma anormalidade jurídica sem tamanho, uma perseguição que ele sofreu organizada por algumas dessas pessoas para mandar recado para Bolsonaro”, afirmou Flávio Bolsonaro.

“Porquê se fosse o seguinte: olha, se alguém falar que o processo eleitoral tem qualquer problema é isso que vai ocorrer você vai ser cassado, recluso. Isso acontece na Coreia do Setentrião, em Cuba, não era para ocorrer no Brasil”, continuou.

Foram três votos a dois contra a decisão monocrática do ministro Nunes Marques que derrubou a lei do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra Francischini.

Os ministros Nunes Marques e André Mendonça votaram favoráveis ao parecer. Já Edson Fachin, presidente do TSE, Ricardo Lewandowski Gilmar Mendes foram contra.

Procurado pela CNN, o STF disse que não comentará as declarações de Flávio Bolsonaro.

Planta da miséria

Flávio Bolsonaro alega que os beneficiários do Auxílio Brasil podem passar por dificuldade, mas não passam miséria. A fala acontece depois a divulgação do 2º Interrogatório Pátrio sobre Instabilidade Nutrir no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil.

Atualmente, 33,1 milhões de pessoas não têm o que consumir no país. São 14 milhões de brasileiros a mais em instabilidade cevar grave em 2022 na conferência com 2020.

“Quem recebe 400 reais por mês de Auxílio Brasil pode ter dificuldade, mas miséria não passa. O presidente Bolsonaro zerou os impostos federais sobre arroz, feijoeiro, zerou impostos de importação sobre os derivados do petróleo que vem para abastecer as nossas redes de postos.”

“Quer expor, o que está ao alcance dele ele tá fazendo. Agora, mais uma vez, óbvio que tem pessoas que passam dificuldade, mas talvez por não conseguirem ter ainda entrada a um programa social do governo que, sem incerteza alguma, ampararia essas pessoas, né?”

7 de Setembro

Para o parlamentar, o dia 7 de Setembro deste ano “será uma grande revelação popular”, para que o país entenda mais uma vez “de que lado o povo está”, fazendo referência à Suprema Incisão.

“O político tem pleitear por isso. O político tem pleitear pela preferência do povo. Não é um membro do Judiciário que tem que pleitear por isso. Mas as próprias pessoas estão se vendo motivadas a irem para a rua no 7 de Setembro esse ano, exatamente pra somar a esse grito de socorro que o presidente Bolsonaro está dando para a população.”

“Me ajude, você está vendo o que está acontecendo com o Brasil. Vamos ter uma democracia que a gente não está tendo hoje. Logo, isso que motiva. O que é que dá razão para a pessoa ir para a rua no 7 de Setembro? É o Bolsonaro ou são essas poucas pessoas do Supremo?”

CNN Brasil

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