Sexta-feira 13: ciberataques tendem a aumentar na data, veja porquê se proteger

Por redação

A sexta-feira 13 é culturalmente conhecida porquê o “dia do contratempo”. No entanto, a data também pode ser utilizada por cibercriminosos para ataques. No ano pretérito, quando a data caiu em agosto, foi identificado um aumento de 120% nas tentativas de golpes, segundo levantamento realizado pela PSafe com exclusividade para o CNN Brasil Business.

Entre os dias 1 a 7 de agosto do ano pretérito, foram identificados mais de 190 milénio tentativas de phishing bloqueadas. Já entre os dias 8 a 14 de agosto, esse número subiu para mais de 425 milénio bloqueios.

Esta será a única sexta-feira 13 de 2022.

Segundo a empresa, o aumento ocorre uma vez que o varejo costuma utilizar datas comemorativas para dispararem suas campanhas aos clientes e os golpistas podem aproveitar essas oportunidades para fazerem novas vítimas.

O CEO da PSafe Marco DeMello avalia que “um ponto a ser observado é que mesmo a semana anterior sendo do Dia dos Pais, quando os cibercriminosos também aproveitam para disseminar o golpe, esse incremento veio na semana da sexta-feira 13. Não podemos declarar que o incremento tem relação com a data em si, mas as empresas precisam permanecer em alerta e lembrar de que sempre estão na mira dessas quadrilhas”.

Ainda em 2021, os pagamentos feitos por empresas para restabelecer dados sequestrados por ataques de ransomware atingiram recorde.

De congraçamento com pesquisa feita pela Unit 42, grupo de pesquisa da Palo Cimalha Networks, o pagamento médio, nesses casos, subiu 78%, passando de US$ 303,7 milénio, em 2020, para US$ 541 milénio, no ano pretérito. Foram atingidas um totalidade de 2.566 organizações, de congraçamento com o levantamento.

Uma vez que se proteger

Normalmente, os ataques são feitos via phishing ou malware, e podem vir por qualquer meio e entram por um dispositivo desprotegido: SMS, e-mail, aplicativo falso, aplicativo de mensagem, entre outros.

Em dispositivos que concentram cada vez mais informações dos usuários, o zelo deve ser reduplicado. Desta forma, não ter uma proteção nos dispositivos é a principal e mais grave omissão no quesito segurança do dedo. Sendo assim, é importante que investimentos na segurança do dedo estejam no radar de empresas e pessoas físicas.

Use um software antivírus e mantenha-o sempre atualizado

O antivírus é o principal recurso de proteção contra as ameaças virtuais. No entanto, ao contrário do que a crença popular acredita, não basta ter um bom antivírus operando no computador. É preciso, para prometer a segurança do aparelho, certificar-se que o programa esteja atualizado.

Utilize senhas fortes

É importante frisar que senhas de chegada a computadores, e-mails e outros sistemas são particulares e sigilosas. Portanto, especialistas indicam que as senhas devem ser fortes, sem nomes e sobrenomes ou números de telefones.

Não abra links

O envio de links é uma das técnicas mais famosas de cibercriminosos. Eles podem chegar tanto por e-mail, Whatsapp ou até mesmo em uma simples navegação pela web. A orientação é para que se desconfie sempre de links.

Atenção ao endereço de site

O ideal é que a atenção seja redobrada aos endereços de sites, mormente aqueles que anunciam promoção. Normalmente os cibercriminosos costumam produzir cópias de acessos semelhantes a alguns já existentes. Vá diretamente no site da empresa nomeada no endereço e verifique a informação.

CNN Brasil

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