Saiba porquê declarar saque-aniversário do FGTS no Imposto de Renda

Por redação

Contribuintes que efetuaram o saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ao longo do ano de 2021 devem permanecer atentos na hora de declarar o Imposto de Renda 2022. Lembrando que o prazo para enviar a enunciação do Imposto de Renda se encerra no dia 31 deste mês.

Outro pormenor importante que exige a atenção por secção do público é a diferença entre as modalidades de saque: o saque-aniversário e o saque inacreditável.

Saque Inesperado

Possui limite de R$ 1.000, sendo talhado a todas as pessoas com saldo no FGTS, ainda que não estejam trabalhando. O saque inacreditável estará disponível para saque de concórdia com um calendário. Confira cá as datas.

Saque Natalício

O saque natalício é a possibilidade de cada pessoa realizar um saque anual de suas contas no FGTS. O valor permitido para saque varia conforme o saldo disponível e quanto maior o valor na conta, menor o percentual que o trabalhador poderá sacar ao ano. O período do saque e a liberação do verba dependerão do mês do promanação.

Saiba em qual situação o saque-aniversário deve ser proferido e porquê fazê-lo:

Declarando o saque natalício

O tributário só deverá realizar a enunciação de saque-aniversário do FGTS caso o valor sacado no ano supere R$ 40 milénio. O legista tributarista Cláudio Leite Pimentel explica que “quanto à enunciação do Imposto de Renda, o valor do fundo é classificado porquê rendimento não tributável“, desde que não supere o limite citado.

No entanto, o técnico informa que se o tributário for obrigado a declarar o IR por outros motivos estabelecidos pela Receita Federalista, “o montante sacado deve ser proferido independentemente do valor”.

O tributário deve logo, no preenchimento da enunciação, inserir o valor exato na aba de “rendimentos isentos e não tributáveis”, no Código 4 – Indenizações por rescisão de contrato de trabalho, inclusive a título de PDV, e por acidente de trabalho; e FGTS.

Quem deve declarar o IR 2022

  • Contribuintes com rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na enunciação, cuja soma foi superior a R$ 28.559,70 e, em relação à atividade rústico, obtiveram receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50;
  • Pessoas com rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na manancial, cuja soma foi superior a R$ 40.000;
  • Pessoas físicas residentes no Brasil que no ano-calendário de 2021 tiveram, em qualquer mês, proveito de capital na insânia de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizaram operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas, ou que tiveram, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terreno nua, de valor totalidade superior a R$ 300.000

CNN Brasil

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