Rússia estendeu sua invasão da Ucrânia para uma “guerra de grãos”, diz ministro

Por redação

A Rússia decidiu deliberadamente estender a guerra militar contra a Ucrânia a uma guerra de grãos, disse a ministra das Relações Exteriores da Alemanha, Annalena Baerbock, durante a coletiva de prelo de fechamento da Reunião de Ministros das Relações Exteriores do G7, na Alemanha.

“As ações da Rússia estão fazendo com que os suprimentos falhem, os preços subam imensamente – não somente em nosso país, mas em todo o mundo – e a ameaço de lazeira brutal”, disse Baerbock.

“Não devemos ser ingênuos – isso não é um dano paralelo. É um instrumento deliberadamente escolhido em uma guerra híbrida que está sendo travada agora”, acrescentou.

“A Rússia está preparando o terreno fértil para novas crises, a término de enfraquecer deliberadamente a coesão internacional contra a guerra da Rússia”, disse Baerbock.

Alguns antecedentes: Rússia e Ucrânia produzem quase 30% das exportações globais de trigo. Tropas russas estão roubando equipamentos agrícolas e milhares de toneladas de grãos de agricultores ucranianos, além de estrebuchar locais de armazenamento de provisões com artilharia, segundo fontes.

O Ministério da Resguardo da Ucrânia disse na semana passada que murado de 400 milénio toneladas de grãos foram roubadas por tropas russas.

E a CNN rastreou um navio russo sobrecarregado com quase 30 milénio toneladas de grãos ucranianos que foi desviado de dois portos do Mediterrâneo antes de desembarcar na Síria.

“Porquê agimos, ou uma vez que não agimos, moldará a maneira uma vez que viveremos juntos no mundo por muitos anos ou talvez décadas. No final não proferir zero, não é uma opção para nós, para mim pessoalmente”, declarou Baerbock.

“Tendo que tomar muitas decisões nas últimas semanas para estribar a Ucrânia em um sprint”. Baerbock agora teme que a coligação deva se preparar para “uma corrida de longa intervalo” para “combater esta crise global”.

“Nunca reconheceremos as mudanças nas fronteiras que a Rússia deseja impor pela força militar”, acrescentou Baerbock.

CNN Brasil

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