Rússia corta fornecimento de força para a Finlândia, confirma operadora finlandesa

Por redação

A Rússia suspendeu as exportações de força para a Finlândia, confirmou a operadora finlandesa Fingrid à CNN neste sábado (14).

O vice-presidente sênior de operações do sistema de força da Fingrid, Reima Päivinen, disse que o fornecimento foi efetivamente despegado às 12h CET de sábado (07h pelo horário de Brasília).

Ele acrescentou que a suspensão não teve nenhum impacto no mercado e que a Finlândia “pode mourejar” com o golpe, já que a eletricidade russa representa uma pequena fração do consumo totalidade do país.

“Também estamos entrando no verão e menos eletricidade será necessária”, disse Päivinien, acrescentando que está “esperançoso de que não haverá grandes problemas” no próximo inverno.

Na sexta-feira, Fingrid disse que a Rússia estava suspendendo as exportações de força devido a problemas no recebimento de pagamentos.

O governo finlandês está planejando publicar uma segunda enunciação no domingo propondo que o país se junte à Otan, disse o ministro das Relações Exteriores da Finlândia, Pekka Haavisto, a repórteres na quinta-feira. A proposta seria logo colocada em votação parlamentar com uma plenária marcada para segunda-feira de manhã.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia disse que a verosímil adesão da Finlândia à Otan marca uma “mudança radical na política externa do país” e alertou para contramedidas de retaliação.

A Finlândia compartilha uma fronteira de 830 milhas com a Rússia, e sua adesão significaria que a Rússia compartilharia uma fronteira com um país formalmente desempenado com os EUA.

“A Rússia será forçada a tomar medidas de retaliação, tanto de natureza militar-técnica quanto de outra natureza, para estagnar as ameaças à sua segurança vernáculo que surgem a esse saudação”, afirmou.

No final de abril, a Gazprom disse que interrompeu totalmente o fornecimento à empresa de gás polonesa PGNiG e à Bulgargaz da Bulgária depois que se recusaram a atender a uma demanda de Moscou de remunerar em rublos em vez de euros ou dólares.

CNN Brasil

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