Provável mudança do recta ao monstruosidade nos EUA provoca reações e dúvidas

Por redação

Um documento vazado da Suprema Galanteio dos EUA revelou que a maioria dos juízes do tribunal está inclinada a volver a decisão que permite que mulheres grávidas possam se sujeitar a um monstruosidade no país. A notícia despertou protestos nas ruas, com manifestantes contra e em prol da legislação atual, em vigor desde 1973.

Ao volta do mundo, menos de 40% dos países conferem o mesmo recta a suas cidadãs. Em 24 nações, o monstruosidade é proibido em qualquer estado. No Brasil, a lei garante o recta à interrupção da gravidez quando a gravidez é resultado de estupro ou coloca a vida da gestante em risco e em casos de anencefalia do feto.

Neste incidente do E Tem Mais, Carol Nogueira apresenta um balanço das reações à verosímil mudança no entendimento da Suprema Galanteio dos EUA sobre o recta ao monstruosidade. Para descrever os impactos e as implicações do debate sobre o procedimento, participam deste incidente a correspondente da CNN Brasil em Novidade York Heloisa Villela, a diretora do Instituto Patrícia Galvão, Marisa Sanematsu, e a psicóloga Marina Jacobs, pesquisadora de saúde coletiva da UFSC.

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(* Publicada por Diego Toledo)

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