Promotor paraguaio que combate delito organizado é morto na Colômbia

Por redação

Marcelo Pecci, um promotor paraguaio divulgado por seu trabalho no combate ao delito organizado, foi morto na ilhéu turística colombiana de Baru nesta terça-feira (10), disseram autoridades dos dois países.

Pecci e sua esposa, a jornalista paraguaia Claudia Aguilera, estavam em lua de mel em um resort perto da cidade caribenha de Cartagena. Eles haviam anunciado a gravidez de Aguilera no Instagram mais cedo, também nesta terça-feira.

Aguilera disse à mídia paraguaia que o parelha foi abordado por dois homens em uma praia pessoal conectada ao hotel antes de seu marido ser baleado. Ele não recebeu ameaças, acrescentou ela.

Pecci, de 45 anos, era divulgado por seu trabalho em casos de grande repercussão contra lavagem de moeda e tráfico de drogas. Ele também comandou a investigação sobre o assassínio da filha de um governador regional no ano pretérito e o caso contra o ex-jogador Ronaldinho Gaúcho, que foi recluso tentando entrar no Paraguai com passaporte paraguaio adulterado em 2020.

Uma delegação da polícia do Paraguai chegará em breve para participar da investigação, disse o patrão da polícia vernáculo da Colômbia, general Jorge Luis Vargas.

“Temos informações que estão sendo coletadas em caráter urgente e que são sigilosas para nos ajudar a identificar os responsáveis ​​por oriente lamentoso traje”, afirmou Vargas.

Autoridades dos Estados Unidos também ajudarão na investigação, segundo ele.

“O assassínio covarde do promotor Marcelo Pecci na Colômbia entristece toda a região paraguaia”, disse o presidente paraguaio, Marcelo Abdo, no Twitter. “Condenamos nos termos mais enérgicos oriente trágico ocorrência e redobramos o nosso esforço na luta contra o delito organizado.”

CNN Brasil

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