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Presidente do México diz que não vai à Cúpula sem Cuba, Venezuela e Nicarágua

Por redação

O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, anunciou nesta segunda-feira (6) em entrevista coletiva que não participará da Cúpula das Américas, que acontece em Los Angeles de 6 a 10 de junho, porque nem todos os países da América não foram convidados.

De qualquer forma, o mexicano se reunirá com Joe Biden na Mansão Branca em julho, conforme confirmado por um cocuruto funcionário dos EUA.

“Sobre a Cúpula, informo ao povo do México que não irei. Marcelo Ebrard representará a mim e ao governo. E não vou à Cúpula porque nem todos os países da América estão convidados e acredito na urgência de mudar a política que se impõe há séculos. Exclusão, querer dominar sem motivo, não respeitar a soberania dos países, a independência de cada país”, disse o presidente.

Em sua manhã de segunda-feira generalidade, López Obrador disse que planeja visitar o presidente Joe Biden na Mansão Branca em julho, um tanto que foi confirmado em Washington.

Ele sinalizou que “quero discutir com ele [Biden] a questão da integração de toda a América” ​​e também questões porquê inflação e reforma imigratória.

O funcionário que confirmou o encontro entre Biden e presidente mexicano em julho não especificou a data.

López Obrador também confirmou que na quinta e sexta-feira desta semana visitará comunidades do estado de Oaxaca afetadas pelo furacão Agatha.

No mês pretérito, López Obrador havia dito que a participação do México não seria confirmada até que os EUA convidassem todos os países do hemisfério, argumentando que nenhum país deveria ser excluído da Cúpula.

Autoridades norte-americanas disseram repetidamente que os governos autocráticos de Cuba, Nicarágua e Venezuela não serão convidados para a Cúpula por culpa de seu histórico contra os direitos humanos. Mas o México e outras nações da região têm laços mais estreitos com esses países e chamaram a decisão de excludente.

O fluxo e refluxo da participação na Cúpula são sinais de mudança na dinâmica no Hemisfério Ocidental, à medida que alguns países se distanciam dos Estados Unidos.

O ex-senador Christopher Dodd, que atua porquê assessor privativo da Cúpula, já viajou para a América do Sul e se reuniu com autoridades do Brasil, Chile e Argentina. Depois a visitante de Dodd, o Itamaraty confirmou a presença do presidente Jair Bolsonaro e planeja realizar seus primeiros encontros bilaterais com Biden.

As relações entre os Estados Unidos e o Brasil estão tensas desde que o ex-presidente Donald Trump, coligado político de Bolsonaro, falhou em sua tentativa de reeleição. O presidente brasílio foi um dos últimos líderes mundiais a parabenizar Biden depois as eleições americanas de 2020 e critica publicamente a pressão dos EUA para sofrear o crescente desmatamento na Amazônia brasileira.

Ele estava inicialmente cético em viajar para Los Angeles para a Cúpula e reclamou que Biden o ignorou quando se encontraram no G20 no ano pretérito. Mas ele concordou em participar quando lhe foi assegurado que não se limitaria a uma foto.

Dodd teve conversas semelhantes com outros líderes da região, incluindo longas conversas com López Obrador, mas aparentemente não conseguiu com que o líder mexicano comparecesse.

EUA oficializam que Cuba, Nicarágua e Venezuela não serão convidados

Os Estados Unidos decidiram oficialmente não convocar Cuba, Nicarágua e Venezuela para a Cúpula das Américas que será realizada esta semana em Los Angeles, segundo um cocuruto funcionário do governo.

“Os Estados Unidos continuam mantendo reservas sobre a falta de espaço democrático e a situação dos direitos humanos em Cuba, Nicarágua e Venezuela”, disse o funcionário em um enviado à CNN, observando que os EUA têm “ampla discrição sobre convites” porquê país anfitrião.

Os EUA indicaram que esses países não seriam convidados, mas o governo Biden se recusou a fornecer uma lista solene de convidados, pois se esforçava para responder às ameaças de boicote de um grupo de países liderados pelo México sobre a exclusão desses países. O funcionário se recusou a comentar diretamente sobre a decisão de López Obrador de não comparecer.

A manadeira também observou que “nas últimas semanas, autoridades norte-americanas se envolveram em amplas e francas discussões com os governos da região sobre a questão de convocar Cuba, Nicarágua e Venezuela”.

O funcionário ainda disse que “representantes não governamentais de Cuba, Venezuela e Nicarágua estão registrados para participar dos três fóruns de interessados”.

“A Cúpula reunirá milhares de pessoas para se concentrar em alguns dos desafios e oportunidades compartilhados mais importantes que nosso hemisfério enfrenta. Estamos ansiosos pela oportunidade de comemorar esses laços e nos unirmos para enfrentar esses desafios porquê região”, disse.

 

CNN Brasil

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