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Pré-candidatos a presidente falam sobre a relação do Brasil com os Estados Unidos

Por redação

O governo brasílio participa nesta semana da nona edição da Cúpula das Américas, organizada pelos Estados Unidos na cidade de Los Angeles. É a segunda vez que os Estados Unidos são a sede do encontro desde 1994, quando foi realizada a primeira edição.

Nesta quinta-feira (9), o presidente Jair Bolsonaro (PL) participa de uma reunião bilateral com o presidente norte-americano, Joe Biden.

O assessor de segurança vernáculo dos EUA, Jake Sullivan, disse que o clima seria um “tópico importante de discussão” do encontro e que o matéria “eleições abertas, transparentes e democráticas” também estaria na tarifa.

CNN perguntou aos pré-candidatos à Presidência da República o que eles pensam sobre a relação do Brasil com os Estados Unidos.Confira aquém as respostas:

Luiz Inácio Lula da Silva (PT):
O pré-candidato foi procurado e disse que não irá comentar.

Jair Bolsonaro (PL):
O presidente afirmou à CNN que deseja uma reaproximação dos Estados Unidos e que pretende tratar de força, entre outros temas, na reunião. “Eu espero da reunião uma reaproximação dos Estados Unidos com o Brasil. Que a gente possa se aproximar mais. Nunca tivemos problema com os Estados Unidos. O Brasil está acessível para conversar e ter relação com qualquer país”, declarou.

“Vamos conversar sobre vários temas, inclusive sobre fontes renováveis, força de transição, hidrogênio virente. Mas também irei conversar coisa reservada com ele [Joe Biden]”.

Ciro Gomes (PDT):
O pré-candidato não respondeu até o momento da publicação.

André Janones (Avante):
O pré-candidato não respondeu até o momento da publicação.

Simone Tebet (MDB):
A pré-candidata não respondeu até o momento da publicação.

Pablo Marçal (Pros):
A relação entre o Brasil e os Estados Unidos é muito antiga. O primeiro concordância festejado remonta a 1824. Nesse concordância os Estados Unidos reconheceram o Brasil uma vez que região independente e soberana. São quase 200 anos de relação bilateral que resistiu a diferentes conjunturas políticas ao longo desses dois séculos pela preço desses dois mercados. Estamos falando da maior economia do mundo na atualidade e do Brasil que, uma vez que eu tenho dito, vai estar na posição de maior economia do mundo em 2032.

Os EUA têm interesse nessa relação que resiste à alternância de poder e viés ideológico porque nos vê uma vez que a potência que realmente somos. O problema é que a mentalidade do brasílio é escravizada por quem tem interesse nessa polarização que vemos todos os dias. É por isso que os candidatos que estão avante nas pesquisas estão prometendo fazer o Brasil voltar ao ranking de sexta maior economia ao invés de colocá-la no lugar de potência que é. A verdade é que eles dois, no poder há cinco mandatos, se somarmos ao do atual governo, só podem prometer mais do mesmo porque são os causadores da deterioração da nossa economia.

O que vamos fazer é fortalecer nossa indústria, transformar a mentalidade dos brasileiros e mudar a chave para produzir. Isso impacta fortemente as exportações porque boa secção da material prima ainda sai do Brasil na forma de escambo, voltando nas importações de produtos acabados com cimeira valor associado. Nós vamos mudar isso, e o Brasil vai negociar com todos esses players na requisito da grande potência que é. “Deus abençoe a américa porque o Brasil já foi venturoso desde antes da instalação do mundo”, essa é a nossa visão.

Felipe d’Avila (Novo):
Os governos petistas e o governo Bolsonaro partilham da mesma incompreensão sobre a preço da política externa no mundo globalizado. Em privado, foram também negligentes na relação com os EUA. Por diferentes caminhos, ambos levaram o Brasil a rechaçar tratados internacionais e acordos comerciais que poderiam contribuir para a produção de bens de maior valor associado e que poderiam ampliar a cooperação em temas estratégicos para o nosso país uma vez que o meio envolvente e ciência e tecnologia.

A relação entre os dois países tem uma longa tradição de diálogo e saudação reciprocamente. Precisamos resgatar o caráter de Estado de nossa política externa e frear as pautas ideológicas cultivadas pelos populistas de esquerda e de direita.

A parceria com os EUA é estratégica e deve ser baseada sempre na resguardo dos interesses nacionais brasileiros. Precisamos restabelecer uma agenda positiva que ligeiro a uma maior buraco econômica do Brasil e à promoção de pautas de interesse geral uma vez que o combate ao transgressão organizado transnacional na Região das Américas, a preservação ambiental e a geração de novas oportunidades de negócios na economia virente.

No projecto regional, Brasil e EUA podem e devem resgatar a agenda que desenvolveram em conjunto desde a redemocratização do Brasil, promovendo a resguardo dos direitos humanos e a democracia uma vez que valores fundamentais que norteiam a integração entre os países das Américas.

José Maria Eymael (DC):
Eu considero fundamental um relacionamento próximo e respeitoso de secção a secção com os Estados Unidos.

Nesse relacionamento o Brasil tem que ter consciência da sua força por sua extensão territorial, pelas riquezas do seu subsolo, por sua história e pela capacidade criativa e empreendedora de sua gente.

Efetivamente, essa consciência que o Brasil, juntamente com os Estados Unidos e o Canadá, é um dos maiores países da América em território e população deve ser, precisa ser, uma potente motivação para uma próxima produtiva e permanente parceria entre Brasil e Estados Unidos.

Leonardo Pericles (UP):
O pré-candidato não respondeu até o momento da publicação.

Luciano Bivar (União Brasil):
Infelizmente a relação entre Brasil e Estados Unidos não está boa por desculpa da postura do nosso governo. Acredito que o Brasil foi convidado somente pela posição estratégica na América Latina num momento de risco de guerra global. Ou por outra, os Estados Unidos têm demonstrado preocupação com as ameaças às instituições democráticas em nosso país.

Sofia Manzano (PCB):
Ao longo do século 20 a relação política e econômica do Brasil com os EUA foi marcada por uma subserviência que se acertou no período da Ditadura Militar e nos anos 90 quando os EUA tentaram emplacar a Extensão de Livre Transacção das Américas (Alca). Nos últimos anos a economia estadunidense perdeu espaço nas relações comerciais não somente no Brasil, mas também em outros países da América Latina e agora o governo Biden vem tentando restabelecer esse terreno perdido e uma maior influência sobretudo na América do Sul tendo em vista o incremento da presença de Governos que se propõe a dialogar mais ainda com a China e Rússia.

O governo Bolsonaro foi um apoiador dito de Donald Trump e foi o último a reconhecer a vitória eleitoral de Biden, além de ter se posicionado inicialmente simpático ao governo da Rússia pouco antes da Guerra na Ucrânia. Ou seja, esse encontro que irá ocorrer entre Biden e Bolsonaro deve buscar uma reaproximação entre os dois governos no sentido de possibilitar uma menor inserção chinesa e até mesmo da Rússia na região, mas certamente o governo Bolsonaro irá cobrar vantagens comerciais para esse intento estadunidense. De modo universal, mesmo que Bolsonaro não se identifique com o atual governo dos EUA, o veste é que as Forças Armadas ainda seguem a silabário da Escola das Américas e grande secção da base bolsonarista ainda pensa em termos de “Guerra Fria”, justificando ideologicamente toda e qualquer subserviência política na prática.

Vera Lúcia (PSTU):
Hoje o Brasil tem uma relação de submissão aos Estados Unidos e aos países ricos que dominam o sistema numulário mundial. Essa relação está impondo uma decadência cada vez maior, uma recolonização do país. Isso tem que mudar.

Por preceito dos interesses econômicos imperialistas, o Brasil foi rebaixado a um degrau na ramificação mundial de trabalho. Estamos perdendo peso industrial, com uma desindustrialização relativa cada vez mais intensa. A produção industrial no país caiu 43,8% em 40 anos, enquanto crescia 6,6% no mundo. Cada vez mais o país perde setores industriais e desloca a produção de vitualhas e minerais para o mercado mundial.

A mediocracia brasileira é completamente associada e submissa às grandes multinacionais. Os grandes fundos financeiros estrangeiros têm um patrimônio no Brasil de 6 trilhões de reais, 80% do PIB do país. Controlam grande secção das grandes indústrias, bancos, agronegócio e transacção.
Quase metade do orçamento da União é canalizada para fora do país através do “pagamento” da Dívida Pública (interna e externa), mecanismo de controle e submissão utilizado pelos Estados Unidos e os países ricos sobre os países mais pobres.

Nossa relação com os Estados Unidos não será de submissão. Vamos suspender o pagamento da dívida pública, estatizar as 100 maiores empresas e os maiores bancos, realizar reforma agrária e retomar a industrialização do Brasil. Ou seja, vamos tutelar a soberania vernáculo e romper com a submissão histórica ao imperialismo.

Fotos – Os pré-candidatos à Presidência

CNN Brasil

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