Pré-candidatos à Presidência falam sobre combate a variantes do coronavírus

Por redação

A Secretaria de Saúde de São Paulo confirmou, na última quinta-feira (5), a identificação de dois casos da novidade versão Ômicron XQ na capital paulista. O Brasil já havia registrado casos da subvariante XE, que também era monitorada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em boletim epidemiológico, a OMS afirmou que o SARS-CoV-2, vírus motivador da Covid-19, continua a evoluir. Oferecido o atual supino nível de transmissão em todo o mundo, é provável que outras variantes, incluindo recombinantes, continuem a surgir, ainda segundo a organização.

Tapume de 14,9 milhões de pessoas em todo o mundo morreram porquê resultado direto ou indireto da Covid-19 no período entre 1º de janeiro de 2020 e 31 de dezembro de 2021, segundo novas estimativas da OMS – quase três vezes mais mortes do que foram informados oficialmente. Só no Brasil, dados do Ministério da Saúde apontam para 664.192 mortes até o dia 9 de maio.

Veja inferior o que os pré-candidatos responderam até agora:

Lula (PT):

A assessoria do presidenciável disse que o projecto de governo será elaborado com a sociedade e os partidos aliados e entregue na data prevista pelo TSE.

Jair Bolsonaro (PL):

Não respondeu.

Ciro Gomes (PDT):

Neste momento me recupero da Covid, depois de ter tomado as três doses de vacina. A minha contaminação é um sinal de que a pandemia não acabou. Portanto, porquê paciente e varão público, recomendo que os governos tomem todas as medidas que forem necessárias, alinhadas às melhores práticas internacionais. Preliminarmente, é fundamental aumentar a testagem e reexaminar a urgência do uso de máscaras. E agir preventivamente, ao contrário do que fez Bolsonaro, criminosamente, em ondas de pico anteriores.

João Doria (PSDB):

O Brasil, assim porquê os demais países do mundo, deve seguir se precavendo e, principalmente, incentivando a vacinação, única forma comprovadamente eficiente de salvar vidas e diminuir o contágio pelo Covid-19. As recomendações de saúde seguem essencialmente as mesmas, porquê evitar aglomerações, incentivar o uso de máscaras em locais com muita gente. A máscara deve ser usada principalmente por pessoas com doenças crônicas e imunodeprimidos. Gostaria de substanciar a valia crucial da vacinação. Muito desvelo com quem não se vacinou ou quem está com vacinas atrasadas. As doses de reforços em imunossuprimidos e idosos não devem ser negligenciadas.

André Janones (Avante):

Sobre a questão da versão recombinante da Ômicron, chamada de XQ, é importante monitorar. É importante evidenciar que o Brasil conta com autoridades sanitárias competentes para mandar o caminho a ser seguido.

Simone Tebet (MDB): 

A campanha de Simone Tebet alegou que não teve tempo hábil de responder a pergunta.

Felipe d’Avila (Novo):

O Brasil deve se preparar para as novas variantes de forma dissemelhante do que fez ao longo da pandemia: fundamentado na ciência e em evidências. A emprego de testes em tamanho e de rastreamento dos casos (o ‘test and trace’) é a forma mais eficiente de combater novos focos da doença sem a urgência de medidas mais drásticas porquê o lockdown. Aliada à vacinação, essa estratégia deve manter o vírus sob controle sem o risco de colapso do sistema de saúde.

Luciano Bivar (União Brasil):

O país deve adotar as recomendações dos cientistas e pesquisadores, dos médicos e das autoridades sanitárias, além de incentivar a vacinação em tamanho.

A expressiva redução no número de casos e de mortes por Covid-19 depois a vacinação demonstra que responsabilizar na ciência é o melhor caminho.

CNN Brasil

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