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Por que a recontro entre Bezos e Biden é “a mais estúpida” de todos os tempos

Por redação

Entre as muitas trocas bobas, entorpecentes e que pressionam a agenda que acontecem no Twitter a qualquer momento, a que ocorre entre o presidente dos Estados Unidos e a segunda pessoa mais rica do mundo se destaca tanto por sua estupidez quanto por sua simplificação deliberada.

Se você esteve longe do Twitter ultimamente, antes de mais zero: Bom para você. Cá está uma rápida recapitulação da disputa entre Jeff Bezos e o presidente Joe Biden.
Na sexta-feira (13), Biden tuitou que a maneira de reduzir a inflação é “prometer que as corporações mais ricas paguem sua secção justa”.

Bezos, fundador da Amazon, uma corporação absurdamente rica, discordou disso. Ele disparou uma resposta, dizendo que vincular impostos corporativos à inflação é “somente um erro de direção”.

A Vivenda Branca recuou, depois Bezos recuou novamente. Em suma, Bezos acredita que os pagamentos de estímulos federais causaram inflação. Biden diz que a ganância corporativa é a culpada. Ambos estão certos. E ambos estão exagerando descontroladamente suas posições.

A verdade é que a inflação não tem uma pretexto única. Os quase US$ 2 trilhões em incitamento para famílias e indivíduos estimularam a demanda por bens e contribuíram para a subida inflação de 40 anos em que estamos vivendo? Sim.

O Índice de Preços ao Consumidor ficou aquém de 2% no primeiro mês completo de Biden no função. Os cheques de incitamento começaram a chegar às contas bancárias em março de 2021, quando a taxa de inflação anual subiu para 2,6%. Em abril, atingiu 4,2%. Foi a 5% em maio, 6% em outubro, e está supra de 8% agora.

Isso é um ponto para a equipe Bezos. (Embora valha a pena notar que o desemprego passou de 6,2% quando Biden assumiu o função para 3,6% atualmente – o que sinaliza uma economia em recuperação.)

Mas será que corporações porquê a Amazon tiveram lucros recordes no ano pretérito e ainda aumentaram os preços para os consumidores para proteger suas margens? Absolutamente.

O que nem Biden nem Bezos mencionam em seus tuites é a miríade de outros fatores que são os culpados pela inflação global teimosamente subida. Fatores porquê gargalos na enxovia de suprimentos e escassez que ainda estão sendo resolvidos devido à paralisação global sem precedentes da economia mundial há dois anos.

Outra força que nem parece interessada em mencionar: a mediação sem precedentes do Federalista Reserve (o banco médio dos EUA) nos mercados financeiros que começou na primavera de 2020. Quando a pandemia atingiu os Estados Unidos, o Fed desencadeou uma enxurrada de numerário fácil colapso econômico.

A política, promulgada sob o governo Trump pelo presidente do Fed nomeado por Trump, Jerome Powell, manteve os mercados de ações em subida até 2021, porquê Bezos certamente sabe – a Amazon foi sem incerteza a maior beneficiária da economia pandêmica, embora suas ações tenham sido marteladas junto com outras ações de tecnologia nos últimos meses.

Ah, também há uma guerra terrestre na Europa Oriental derrubando os mercados globais, enviando os preços dos provisões e da força para o teto. Milhões de pessoas estão sob estritos bloqueios na China, prejudicando a demanda do consumidor e interrompendo a fabricação da segunda maior economia do mundo.

E só para alongar: Permanece um desequilíbrio psicologicamente multíplice não resolvido no mercado de trabalho que está forçando as empresas a desembolsar mais em salários e outros benefícios.

Apesar da implicação de Biden e Bezos de que a inflação pode ser resolvida se as corporações simplesmente pararem de ser gananciosas ou o governo federalista parar de gastar tanto numerário, não há tratamento fácil.

CNN Brasil

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