PGR pede que STF arquive interrogatório contra Ciro Nogueira depois PF ver sinal de crimes

Por redação

A Procuradoria-Universal da República enviou ao Supremo Tribunal Federalista (STF) uma sintoma na qual defende o arquivamento da investigação contra o ministro da Morada Social, Ciro Nogueira, por recebimento de suposta propina.

“Porquê se vê, não foram colacionados aos autos elementos de prova que corroboram as narrativas dos colaboradores no sentido que as doações oficiais e os pagamentos de valores em espécie tenham ocorrido com o propósito de financiar a compra do base do PP para a candidatura de Dilma Rouseff, nas eleições de 2014”, disse vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo.

A PGR afirmou ainda que, depois a realização de diversas diligências investigativas, “não se obteve triunfo na produção de lastro probatório capaz à deflagração de ação penal efetiva e com perspectiva de responsabilização criminal dos investigados, diante de a pouquidade de confirmação plena dos fatos relatados pelos colaboradores”.

“As conclusões da mando policial e os elementos de fé obtidos na investigação não permitem a confirmação segura com relação à alegado de realização de doações eleitorais oficiais com o propósito de comprar o base do PP para as eleições de Dilma Rousseff à alegado de pagamentos de moeda em espécie com o propósito de comprar o base do PP para as eleições e ao acerto da quantia de R$ 8 milhões porquê forma de pagamento para o protraimento de uma reunião partidária”, afirmou a PGR.

Para a vice-PGR, muito embora não tenha ficado evidente o texto das conversas mantidas entre Joesley Batista, Ricardo Saud e Ciro Nogueira, mormente no tocante à licitude do teor desses diálogos, “observa- se que boa segmento dos áudios apresentados pelos colaboradores está inaudível, não restando evidenciada, indene de dúvidas, a entrega de uma mala de moeda contendo R$ 500 milénio”.

Em abril, a Polícia Federalista concluiu que o ministro recebeu propinas do grupo J&F e cometeu os crimes de devassidão passiva e lavagem de moeda para que seu partido apoiasse a campanha de reeleição da logo presidente Dilma Rousseff (PT).

O interrogatório foi descerrado em 2018 no STF a pedido da PGR com base na delação de Joesley Batista e Ricardo Saud, executivos do grupo J&F. Batista relatou aos investigadores que, no dia seguinte ao rompimento do PMDB com o governo Dilma, ele teria se encontrado com Ciro Nogueira.

Posicionamento do ministro

Por meio de nota, a resguardo de Ciro Nogueira informou que “em saudação que sempre prestamos ao Poder Judiciário, a resguardo aguarda com tranquilidade e deferência a sintoma da ministra relatora Rosa Weber”.

“Cumpre a resguardo ressaltar que sempre confiou no arquivamento dessa investigação baseada, porquê sempre ocorria, em delações sem nenhum outro lastro probatório. Nos últimos anos, Supremo Tribunal Federalista cumpriu o relevante papel de fazer valer a Constituição da República contra os abusos cometidos na Operação Lava Jato. Principalmente, agiu a Suprema Galanteio para impor limites constitucionais à enorme deturpação do instituto da delação promovida pelo grupo lavajatista”, diz a nota dos advogados do ministro.

“A resguardo aguardou com serenidade esse resultado e espera a decisão daministra relatora para se manifestar de maneira definitiva.”

 

CNN Brasil

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