Pesquisa para o governo de MG, definição da terceira via e mais de 13 de maio

Por redação

A pesquisa Genial/Quaest para o governo de Minas Gerais, que apontou o governador Romeu Zema (Novo) adiante, com 41%, seguido pelo ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), com 30%, e a decisão do PSDB, MDB e Cidadania de realizar pesquisas para a escolha de um candidato único da chamada “terceira via” à Presidência da República estão entre os destaques desta sexta-feira (13).

Pesquisa Quaest para o governo de MG: Zema tem 41%; Kalil, 30%; e Viana, 9%

Pesquisa Genial/Quaest para a eleição para o governo de Minas Gerais, divulgada em primeira mão pela CNN nesta sexta-feira (13), traz o governador Romeu Zema (Novo), pré-candidato à reeleição, adiante, com 41%, seguido pelo ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandro Kalil (PSD), com 30%.

Na sequência, aparece o senador Carlos Viana (PL), com 9%. De consonância com o levantamento, Zema venceria no primeiro vez, com 51,8% dos votos válidos. A proporção dos que dizem que irão votar em branco, anular ou deixar de votar chega a 11%. Os indecisos representam 10%.

A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistadas 1.480 pessoas face a face entre os dias 7 e 10.

Terceira via fará pesquisas para escolher candidato único

O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), o Movimento Democrático Brasílio (MDB) e o Cidadania anunciaram, nesta quinta-feira (12), que realizarão pesquisas para a escolha do candidato único à Presidência da República.

O Instituto Guimarães Pesquisa e Planejamento será a empresa responsável pelo levantamento. Os resultados serão divulgados em 18 de maio. Segundo o comentador de política da CNN Gustavo Uribe, serão feitas consultas qualitativas e quantitativas.

O ex-governador de São Paulo João Doria é o pré-candidato do PSDB, que tem federação com o Cidadania. Já a senadora do Mato Grosso do Sul Simone Tebet é a pré-candidata do MDB.

Presidente do TSE diz que quem trata de eleições são “forças desarmadas”

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, mandou nesta quinta-feira (12) um recado para quem espera que as Forças Armadas interfiram no processo eleitoral. Foi a reação mais dura de Fachin aos ataques às urnas eletrônicas que vêm sendo feitos pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Quem trata de eleições são as forças desarmadas. E, portanto, as eleições dizem reverência à população social que, de maneira livre e consciente, escolhe os seus representantes. A Justiça Eleitoral está oportunidade ouvir, mas não estará oportunidade a se flectir a quem quer que queira tomar as rédeas do processo eleitoral”, disse o ministro.

A fala de Fachin ocorre em meio ao aumento das tensões nos últimos dias entre os militares e o TSE e posteriormente a Golpe rejeitar sugestões feitas pelas Forças Armadas ao processo eleitoral.

O tribunal apontou erros de operação no documento enviado pelos militares para questionar a segurança das urnas e informou que várias das medidas indicadas já são adotadas.

União Europeia fornecerá mais € 500 milhões em ajuda militar à Ucrânia

O patrão de política externa da União Europeia, Josep Borrell, disse nesta sexta-feira (13) que o conjunto fornecerá mais 500 milhões de euros em suporte militar à Ucrânia e que está esperançoso de que um consonância pode ser conseguido nos próximos dias para um embargo ao petróleo russo.

Falando a repórteres antes da reunião dos ministros das Relações Exteriores do G7 na Alemanha, Borrell disse que o suporte militar seria para armas pesadas, uma vez que tanques e artilharia, e levaria a ajuda do conjunto a respeito de 2 bilhões de euros.

“Um novo impulso para o suporte militar. (Será) mais pressão sobre a Rússia com sanções econômicas e perenidade do isolamento internacional do país e combate à desinformação”, disse ele.

Tribunal ucraniano vai ouvir 1º caso de violação de guerra contra soldado russo

Um tribunal ucraniano deve principiar nesta sexta-feira (13) a julgar o primeiro caso de crimes de guerra decorrente da invasão da Rússia em 24 de fevereiro, em criminação de um soldado russo tomado pelo homicídio de um social de 62 anos.

O caso é de enorme valimento simbólica para a Ucrânia. O governo ucraniano acusa a Rússia de atrocidades e brutalidade contra civis durante a invasão e diz que identificou mais de 10.000 possíveis crimes de guerra.

A Rússia negou mirar civis ou qualquer envolvimento em crimes de guerra e acusou Kiev de encená-los para difamar suas forças.

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* Publicado por Léo Lopes

CNN Brasil

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