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O que esperar na saúde, política, economia e em outros temas vitais ao Brasil em 2022 Parte 01 de 02

Por redação

Fotomontagem sobre saúde, economia, meio ambiente, educação e política – Arte: Ana Júlia Maciel

O ano de 2022 começa e com ele muitos problemas que  movimentaram a vida dos brasileiros em 2021 – Saúde, Economia, Meio Ambiente, Educação e Política.

Especialistas ouvidos falam de novos aprendizados e que teremos muitas dificuldades para enfrentar nessas áreas. ef

SAÚDE

 

São cinco reportagens, a primeira sobre saúde, na qual os professores Domingos Alves, do Departamento de Medicina Social da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) e Gonzalo Vecina Neto, da Faculdade de Saúde Pública (FSP), ambos da USP, enfatizam que as dificuldades enfrentadas em 2021 podem representar sementes para novos aprendizados que, bem cultivados, devem criar para 2022 cenários melhores.

 

 

Professor Gonzalo Vecina Neto – Foto: Reprodução

Além dos problemas sanitários, a pandemia deixou exposta também as desigualdades sociais do País. Segundo Alves, “os cientistas da área da saúde fizeram toda a diferença no combate à pandemia”, mostrando que “saúde pública se faz com ciência, e não com política”. Já para Vecina Neto, a desigualdade mata mais que o vírus e destaca que “o Brasil, segundo maior produtor de alimentos do mundo, está tendo fome crônica, aguda na população, por falta de um Estado que promova segurança alimentar”.

 

Professor Domingos Alves – Foto: Divulgação FMRP/USP

ECONOMIA

 

Segundo avaliação de especialistas da USP, a economia brasileira em 2021 não esteve para brincadeiras e não deve gerar

boas expectativas para 2022. Segundo o professor Paulo Feldmann, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, “o grande problema é que o diagnóstico feito pelo governo para as causas da inflação está errado”. Como o País vem atacando a inflação com aumento das taxas de juros, o professor alerta que “a situação, provocando uma diminuição da atividade econômica”, só deve piorar.

 

 

 

Professor Paulo Feldmann – Foto: FEA-USP

Para o professor Alex Ferreira, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP em Ribeirão Preto, com a inflação 6,45% acima da meta estabelecida e a taxa de juros com um aumento prefixado de 1,5%, o Brasil não deve esperar muito para 2022.

E as previsões de crescimento devem continuar ruins até 2024, continua Ferreira, já que “as taxas de crescimento esperadas para o biênio 2023 e 2024 também são baixas, de 2% ao ano”. Nessa velocidade,

estima o professor, “iria demorar 35 anos para dobrar a nossa renda total. É um cenário desolador”.

 

Professor Alex Ferreira – Foto: Arquivo Pessoal

Fonte: Jornal da USP

 

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