“Não podemos permitir sequer uma fanfarronada relacionada a fechamento do STF”, diz Pacheco

Por redação

O presidente do Senado e do Congresso Pátrio, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), usou sua conta no Twitter nesta segunda-feira (9) para voltar a falar sobre ataques contra o Supremo Tribunal Federalista (STF) e eleições.

“Não podemos permitir sequer uma fanfarronada relacionada a fechamento do STF, a cancelamento de eleições, a volta da ditadura militar ou de atos institucionais”, escreveu Pacheco.

Ele já havia comentado o ponto durante as manifestações que ocorreram em 1º Maio, Dia do Trabalhador.

Na data, o senador afirmou que atos de protesto são um recta “sagrado”, mas disse que manifestações que pedem o fechamento do STF (Supremo Tribunal Federalista) são uma “anomalia grave”.

“Manifestações populares são sentença da vitalidade da democracia. Um recta sagrado, que não pode ser goro, agrade ou não as instituições. O 1º de Maio sempre foi marcado por posições e reivindicações dos trabalhadores brasílio”, escreveu em uma postagem, que continuou na sequência.

Na última terça-feira (3), Pacheco se reuniu com o presidente do Supremo, ministro Luiz Fux, por murado de 45 minutos.

Eles conversaram sobre o compromisso de ambos com a simetria entre os poderes, com o devido reverência à Constituição. E ressaltaram que as instituições seguirão atuando em prol da inegociável democracia e da rigidez do processo eleitoral.

“Todas as instituições têm obrigação com a democracia, com o estado recta e com o cumprimento da Constituição. Esse alinhamento se faz através de diálogo, e é nisso que eu acredito”, afirmou Pacheco.

Em nota obtida em primeira mão pela exegeta de política da CNN Carolina Brígido, Fux afirma que as “instituições atuam em prol da democracia”.

Segundo a nota do Supremo, eles conversaram sobre o “compromisso de ambos para a simetria entre os poderes, com o devido reverência às regras constitucionais. E ressaltaram que as instituições seguirão atuando em prol da inegociável democracia e da higidez do processo eleitoral.”

*Com informações de Douglas Porto, da CNN, em São Paulo



CNN Brasil

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