Mundo não ficará sem petróleo mesmo com embargos à produção russa, diz AIE

Por redação

O mundo não ficará sem petróleo mesmo com uma produção mais baixa da Rússia, disse a Dependência Internacional de Força (AIE) nesta quinta-feira (12), em uma reviravolta depois de prever um verosímil “choque de oferta global” em março.

A AIE, depois de alertar em 16 de março que 3 milhões de barris por dia poderiam ser fechados a partir de abril, reduziu esse número pela segunda vez, pois observou que somente 1 milhão de barris por dia ficaram offline.

O aumento da produção em outros lugares e o propagação mais lento da demanda devido aos bloqueios da China evitarão um grande déficit, disse a AIE, com sede em Paris.

“Ao longo do tempo, espera-se que o aumento metódico dos volumes da Opep+ no Oriente Médio e dos EUA, juntamente com uma desaceleração no propagação da demanda, afaste um déficit agudo de oferta em meio a uma piora na interrupção da oferta russa”, disse a AIE em relatório mensal.

A avaliação sugere que o impacto econômico de novas sanções à pujança russa, ponderadas pela União Europeia, pode ser restringido.

“Espera-se que o aumento dos preços nas bombas e a desaceleração do propagação econômico reduzam significativamente a recuperação da demanda pelo restante do ano e até 2023”, disse a AIE, acrescentando que as restrições destinadas a moderar a Covid-19 na China estão causando uma desaceleração econômica prolongada no país.

Refletindo exportações mais lentas de produtos e queda na demanda doméstica, tapume de um milhão de barris por dia de petróleo russo foi fechado no mês pretérito — tapume de meio milhão a menos do que a escritório previu anteriormente.

A AIE prevê que esse número aumente para 1,6 milhão de barris por dia em maio, para 2 milhões em junho e para quase 3 milhões a partir de julho, se as sanções impedirem mais compras ou expandirem.

Os Estados Unidos e outros membros da AIE se comprometeram a liberar 240 milhões de barris de petróleo em seu segundo entrada às reservas de emergência leste ano, depois que a AIE não divulgou um expedido liderado pelos EUA em novembro porque não viu grandes interrupções no fornecimento na quadra.

As exportações russas se recuperaram em abril em 620.000 barris por dia em relação ao mês anterior, para 8,1 milhões, disse a AIE, de volta à média de janeiro a fevereiro, à medida que a oferta foi desviada dos Estados Unidos e da Europa, principalmente para a Índia.

Enquanto trabalha com a proibição do petróleo russo, a União Europeia continuou sendo o principal mercado para as exportações de petróleo russo no mês pretérito, disse a AIE, com queda de somente 535.000 barris por dia desde o início do ano.

O conjunto agora responde por 43% das exportações russas de petróleo, aquém dos tapume de 50% da quadra.

CNN Brasil

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