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Marcas de cosméticos de influencers crescem e grandes companhias se reinventam

Por redação

Cada vez mais marcas de cosméticos que levam o nome e instalação de celebridades estão ganhando espaço nos meios digitais, e consequentemente explodindo em vendas.

De conformidade com a revista Forbes, a Fenty Beauty da cantora pop Rihanna é responsável pela maior segmento da riqueza da notoriedade, que está estimada em US$ 1,7 bilhões. São 1,4 bilhões provenientes da empresa de cosméticos, lançada em 2017.

A KKW Beauty, da influencer bilionária Kim Kardashian, também lançada em 2017, depois o sucesso da Kylie Cosmetics, de sua meia-irmã Kylie Jenner, tinha receita de US$ 100 milhões um ano depois o início dos negócios.

São marcas uma vez que essas as responsáveis por assumir as prateleiras e impactar negócios uma vez que a Revlon, que entrou com um pedido de falência nos Estados Unidos na última semana.

A Revlon é uma marca renomada no mercado e abriga várias marcas importantes, incluindo a Britney Spears Fragrances e a Christina Aguilera Fragrances.

A empresa também foi atingida por problemas de aprovisionamento, agravados pela pandemia da Covid-19. A escassez de produtos resultante foi outro fator importante para levar a Revlon a entrar com um pedido de proteção contra falência, e analistas disseram que é improvável que sejam resolvidos no pequeno prazo.

Mesmo com a concorrência acirrada, algumas marcas se mantêm no mercado, com inovações, principalmente nos meios digitais, para atrair cada vez mais novos públicos.

Marcas de cosméticos no Brasil

No Brasil, marcas uma vez que Boca Rosa Beauty, da influencer Bianca Andrade, GE Beauty, da blogueira Camila Coutinho e Yasmin Beauty, da padrão e inluencer Yasmin Brunet têm ganhado cada vez mais espaço entre jovens e adolescentes no quesito produtos de venustidade.

Em entrevista à CNN, Yasmin Brunet comentou o pedido de falência da Revlon e disse não enxergar uma vez que uma perda de espaço no mercado, mas que as companhias precisam se atualizar.

“Acredito, de vestimenta, que tem espaço para todo mundo no setor da venustidade, que é grande e sempre pleno de novidades. O ponto é se manter cada vez mais atualizado no que o público que consome esse meio tem buscado”, disse.

A Haskell Comesméticos, que está no mercado desde 2000, fundada por Ana Márcia Sena, hoje tem a apresentadora Eliana uma vez que um dos principais nomes.

À CNN, a gerente de marketing da Haskell, Mayara Araújo, disse que o momento do “mercado de cosméticos é de intensa evoulção”.

“Com certeza as marcas que estão atentas aos movimentos de união do mundo físico e do dedo estão alguns passos a frente. O olhar voltado para as celebridades, creators e influencers precisa subsistir de forma estratégica, para que gere resultados e não seja unicamente uma campanha publicitária”, disse.

A aposta, segundo Mayara, são as campanhas de branding e awareness. Ela diz que a marca deve estar preparada para passar valor ao consumidor.

“O trabalho de branding e awareness precisa ser estável para uma marca continuar sendo a primeira opção de compra do consumidor. O duelo é sem dúvidas gigante”, continuou.

Outro exemplo de marcas que utilizam celebridades é a Océane, que está no mercado desde 2008, já consolidada em diversos produtos, e trouxe inovações em 2022.

A risco “Larissa Manoela” leva o nome e rosto da atriz e cantora. A inspiração no “universo jovem e multifaceto”, segundo a empresa, que também já criou produtos em parceria com Sabrina Sato, a influencer Mariana Saad e em homenagem à Marília Mendonça.

A Yasmin Beauty foi lançada no início deste ano e tem uma vez que coche director o óleo nutritivo para cabelo. A influencer diz estar contente com o lançamento e que o público recebeu muito muito a novidade.

“Acho sim que as marcas de influencers mudaram o cenário dos cosméticos, trouxe novidades, um novo público, uma novidade forma de consumo e de marketing também. Mas tudo isso veio para associar”, disse Yasmin.

Segundo ela, a Fenty Beauty revolucionou o mercado com a amplitude de tons de base, coisa que as grandes marcas por muito tempo não olhavam.

“E agora existe todo um movimento, de todo mundo, que olha pra isso. De forma subjetiva, uma [marca] agrega à outra”, continuou.

Ainda é verosímil reportar outras marcas uma vez que Avon, OBoticário, L’Oréal, MAC, Mary Kay, e tantas outras que estão consolidadas no mercado e se mantêm com a chegada dos influencers.

A Haskell, que tem Eliana uma vez que embaixadora, acredita que potencial das marcas que já nascem usufruindo desse novo formato [trabalho com celebridades], que tende a ser cada vez maior.

“Cabe as marcas tradicionais se conciliar, evoluir e julgar possíveis mudanças”, diz Mayara.

“Temos a Eliana uma vez que embaixadora e segmento necessário para construção da nossa história, que é escrita por diversas mãos. Nossa relação já se estende por quatros anos, e é um prazer poder tê-la em nosso time. Sua imagem e voz reforçam sempre nosso posicionamento de marca no mercado, trazendo credibilidade e reconhecimento do público”, disse Mayara.

Para Yasmin, é o vestimenta de ter ou não uma notoriedade estampada na marca não fala por si.  “Acho que, na verdade, as pessoas buscam qualidade, independentemente da marca, seja ela de notoriedade ou não”, disse.

Ela diz que quando o consumidor procura por um resultado, “o objetivo é se identificar com aquele que mais atende aos seus desejos”, afirmou.

Mayara concorda e diz que as empresas de cosmético hoje precisa estar se adequar a “um consumidor que a cada dia mais é impactado por inúmeros estímulos, e que vem buscando cada vez mais por marcas com propósito”, avaliou.

Aposta em produtos sustentáveis

Outra aposta das marcas de cosmético em 2022 é a preocupação com o meio envolvente. Muitas companhias aderiram aos produtos veganos e embalagens sustentáveis.

De conformidade com uma pesquisa da Euromonitor, o consumo de produtos à base de vegetação é majoritariamente consumido por flexitarianos (quem não é nem vegano nem vegetariano, mas que consome proteína de origem vegetal) – murado de 42%, enquanto veganos e vegetarianos representam 4% e 6%, respectivamente.

Segundo dados do Ministério da Economia levantados a pedido da CNN, em 10 anos o número de empresas abertas com o termo “vegano” no nome cresceu mais de 500%. Em 2022, com dados até abril, foram abertas 117 empresas utilizando “vegano”, “vegana” ou “veganos”.

O que é o caso da Simple Organic, empresa de cosméticos naturais, veganos e orgânicos fundada por Patrícia Lima em 2017. Quatro anos depois do lançamento, a marca foi comprada pela Hypera, a maior empresa farmacêutica do país. Ao todo, a Simple Organic recebeu 16 propostas de compra.

Ainda em 2021, a Simple cresceu 300% nos canais digitais e o faturamento somou R$ 34 milhões. Para levante ano, a companhia projeta aumento de mais 150% no e-commerce, além das 27 lojas físicas no país.

Com a Yasmin Beauty, não foi dissemelhante. Ter produtos veganos foi uma das exigências para lançar seus produtos. “Para mim sempre foi imprescindível ter um resultado vegano, que não fosse impactar o meio envolvente e fosse cruelty free. Tenho gostado muito de desvendar esse outro lado do mercado, de investir em produtos que eu acredito e que tenham qualidade”, finalizou.

*Com informações de Sofia Kercher, do CNN Brasil Business.



CNN Brasil

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