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Manifesto pró-Tebet reúne empresários, economistas e acadêmicos em prol de “novidade selecção”

Por redação

Um manifesto assinado por 281 empresários, economistas, acadêmicos e advogados, entre outros formadores de opinião, defende ser “necessária a construção de uma novidade selecção” na corrida presidencial deste ano e declara esteio à senadora Simone Tebet (MDB-MS) uma vez que liderança dessa “jornada”.

“Aplaudimos a sinalização do MDB, do Cidadania e do PSDB de seguirem juntos em torno de exclusivamente uma candidatura à Presidência da República – a melhor via para devolvermos a esperança a todos os brasileiros e seus descendentes”, afirma o texto, divulgado no mesmo dia em que a cúpula tucana aprovou o esteio à pré-candidatura da senadora. “Queremos na Presidência da República um nome comprometido com a democracia e hipotecado em um projeto vernáculo de prosperidade, inclusão social e preservação do meio envolvente.”

O documento, intitulado “A melhor via para o Brasil”, reúne nomes uma vez que os economistas Ana Carla Abrão e Affonso Celso Pastore, que chegaram a discutir propostas para João Doria (PSDB) e Sergio Moro (União), ambos desistentes da corrida presidencial. Outros signatários são o ex-presidente do Banco Médio, Arminio Penhasco, o ex-presidente do BNDES e membro da Ateneu Brasileira de Letras, Edmar Bacha, e os ex-ministros da Herdade Marcilio Marques Moreira e Pedro Malan, além do ex-governador capixaba Paulo Hartung.

Entre os empresários, assinam o manifesto Guilherme Leal e Pedro Passos, fundadores da Natureza, e o ex-presidente da Fiesp Horacio Lafer Piva, além de Candido Bracher, ex-CEO do Itaú Unibanco, e Luis Stuhlberger, do Virente Asset Management.
Intelectuais ligados à USP também declaram esteio à senadora, uma vez que o ex-ministro Celso Lafer e os professores José Augusto Guilhon e Lourdes
Sola, além do legista e ex-ministro Miguel Reali Junior

Para os signatários, Simone Tebet é “uma mulher com a capacidade gerencial indispensável para pacificar o país e, ao mesmo tempo, a coragem necessária para enfrentar os interesses contrários à modernização”.

CNN Brasil

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