Justiça manda soltar DJ suspeito de invadir celular de autoridades

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Gustavo Henrique Elias Santos (blusa azul), 1 dos supostos hackers do celular de Moro durante a 1ª fase da operação© Sérgio Lima Gustavo Henrique Elias Santos (blusa azul), 1 dos supostos hackers do celular de Moro durante a 1ª fase da operação

A Justiça autorizou nesta 6ª feira (20.dez.2019) a soltura do DJ Gustavo Elias Santos, 1 dos suspeitos de envolvimento na invasão de celulares de autoridades, entre eles, procuradores da Lava Jato e o ministro Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública).

DJ Guto, como é conhecido, assinou acordo de colaboração premiada com o MPF (Ministério Público Federal). A delação foi homologada pela 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília. Ele foi preso na 1ª etapa da operação Spoofing, deflagrada em julho.

Na 5ª feira (19.dez), Gustavo e outras 5 pessoas foram indiciadas pela Polícia Federal por organização criminosa e interceptação ilegal de aparelhos de telefonia.

Gustavo Elias Santos é o 2º investigado da operação Spoofing a firmar acordo de delação premiada. O 1º foi o estudante de direito Luiz Henrique Molição, de 19 anos. Ele deixou a prisão no início de dezembro.

Depoimento

Na ocasião de sua prisão, no dia 23 de julho, Gustavo disse à PF que, além da atuação no cenário eletrônico, realizava operações de compra e venda de criptomoedas na internet.

Apesar de afirmar administrar várias carteiras de bitcoin, ele preferiu não informar a quantidade total. Gustavo também não se manifestou sobre a senha e chaves de acesso a contas.

O DJ disse que as operações financeiras são frutos da venda de veículos, de bitcoins, de festas e eventos que promoveu. O valor, de R$ 99.000, “foi acumulado ao longo dos anos como lucro de suas aplicações“.

Gustavo ainda explicou nunca ter realizado “nenhum tipo de golpe ou fraude bancária“.

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