Governo do Equador e movimento indígena chegam a contrato posteriormente 18 dias de protestos

Por Brunialti Welinton

A Conferência Episcopal Equatoriana informou nesta quinta-feira (30) em entrevista coletiva que, posteriormente chegar a um contrato com o governo vernáculo do Equador, os movimentos indígenas decidiram fechar as manifestações e bloqueios que duravam 18 dias.

“E de contrato com o que está estipulado cá, os presidentes da Conaie, Feine e Fenocin declaram a cessação das mobilizações e o retorno gradual aos territórios, muito uma vez que a suspensão de qualquer ato que possa afetar a tranquilidade e a ordem pública”, disse Monsenhor David de la Torre, secretário universal da Conferência Episcopal Equatoriana.

Uma das medidas anunciadas pelo governo para sustar o preço dos combustíveis, é reduzir em 5 centavos por galão, “o que, somado à redução anterior de 10 centavos, significa uma redução totalidade de 15 centavos por galão.”

Depois a conferência, a Confederação de Nacionalidades Indígenas do Equador (Conaie) publicou uma mensagem em suas redes explicando que as atas do contrato estavam sendo revisadas.

“AINDA NÃO ESTÁ ASSINADO, por saudação às decisões coletivas, oriente momento é revisto em detalhes com a estrutura do Movimento Indígena o ato, que foi elaborado pela percentagem interveniente, mantendo ao supremo os melhores resultados da agenda vernáculo de dez pontos”, publicaram em um tweet.

Uma hora depois, a Conaie assinou a ata de contrato. Com isso, a greve vernáculo termina e o retorno dos manifestantes às suas comunidades será solicitado. Outrossim, o Presidente da República concorda em revogar o estado de emergência e reduzir em 15 centavos o preço de três tipos de combustíveis.

“Conseguindo resultados e avanços nas questões prioritárias da agenda vernáculo, o Movimento Indígena considera oficialmente a primeira lanço do #ParoNacionalEcuador LEVANTADO”, postou Conaie no Twitter. E acrescentou que “em 90 dias será estimado o cumprimento dos acordos e compromissos firmados em ata”.

Reação de Guillermo Lasso

Depois a assinatura do contrato, o presidente do Equador, Guillermo Lasso, postou uma mensagem em sua conta no Twitter. “Conseguimos o valor supremo a que todos aspiramos: a tranquilidade em nosso país”, escreveu.

“Agora, juntos, começamos a tarefa de transformar essa tranquilidade em progresso, bem-estar e oportunidades para todos”, disse ele em um tweet.

O Ministro do Governo do Equador também falou sobre o contrato. “Assinamos o ‘Ato pela Tranquilidade’ com o qual se encerra a greve e se faz um apelo à convívio pacífica, à ordem pública, ao desenvolvimento econômico do país e à reconciliação vernáculo. Hoje não há vencedores ou perdedores individuais, hoje o único vencedor é o Equador”, publicou Francisco Jiménez no Twitter.

 

*Esta reportagem foi feita com informações de Ana María Cañizares, Germán Padinger, Sol Amaya



CNN Brasil

Compartilhe este conteúdo

Veja também