Google lança novidade graduação de 10 tons de pele para determinar perceptibilidade sintético

Por redação

O Google, da Alphabet Inc, revelou nesta quarta-feira (11) uma paleta de dez tons de pele que descreveu porquê um passo avante na geração de “gadgets” (dispositivos eletrônicos portáteis) e aplicativos que atendem melhor às pessoas negras.

A empresa disse que sua novidade graduação “Monk Skin Tone Scale” (graduação de tom de pele Monk) substitui um padrão falho de seis cores espargido porquê “Fitzpatrick Skin Type”, que se tornou popular na indústria de tecnologia para determinar se os sensores de frequência cardíaca do smartwatch, sistemas de perceptibilidade sintético, incluindo reconhecimento facial e outras ofertas, mostram preconceito de cor.

Novidade graduação de tons de pele do Google / Reprodução/Google

Pesquisadores de tecnologia reconheceram que Fitzpatrick sub-representava pessoas com pele mais escura.

A Reuters noticiou com exclusividade no ano pretérito que o Google estava desenvolvendo uma opção.

A empresa fez parceria com o sociólogo da Universidade de Harvard Ellis Monk, que estuda colorismo e se sentiu desumanizado por câmeras que não conseguiram detectar seu rosto e refletir seu tom de pele.

Monk disse que Fitzpatrick é ótimo para qualificar diferenças entre peles mais claras. Mas a maioria das pessoas é mais escura, portanto ele queria uma graduação que “faça um trabalho melhor para a maior segmento do mundo”, disse ele.

Monk através do Photoshop e outras ferramentas de arte do dedo com curadoria de dez tons – um número gerenciável para pessoas que ajudam a treinar e determinar sistemas de perceptibilidade sintético (IA).

Ele e o Google entrevistaram murado de 3 milénio pessoas nos Estados Unidos e descobriram que um número significativo disse que uma graduação de dez pontos combinava com sua pele, assim porquê uma paleta de 40 tons.

Tulsee Doshi, dirigente de resultado da equipe de IA responsável do Google, chamou a graduação Monk de “um bom estabilidade entre ser representativo e ser tratável”.

O Google já está aplicando. Pesquisas de imagens do Google relacionadas à venustidade, porquê “visual de maquiagem de prometida”, agora permitem filtrar os resultados com base no Monk.

Pesquisas de imagens porquê “bebês fofos” agora mostram fotos com tons de pele variados.

A graduação Monk também está sendo implantada para prometer que uma variedade de pessoas esteja satisfeita com as opções de filtro no Google Fotos e que o software de correspondência de rostos da empresa não seja tendencioso.

Ainda assim, Doshi disse que os problemas podem se infiltrar nos produtos se as empresas não tiverem dados suficientes sobre cada um dos tons, ou se as pessoas ou ferramentas usadas para qualificar a pele dos outros forem influenciadas por diferenças de iluminação ou percepções pessoais.

CNN Brasil

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