G7 continuará pressão econômica sobre a Rússia e atacará “guerra do trigo”

Por redação

Os ministros de Relações Exteriores do Grupo dos Sete (G7) prometeram neste sábado (14) substanciar o isolamento econômico e político da Rússia, continuar a enviar armas à Ucrânia e brigar o que a ministra das Relações Exteriores da Alemanha descreveu porquê “guerra do trigo” que está sendo travada por Moscou.

Posteriormente se reunirem em um forte de 400 anos no resort de Weissenhaus no Mar Báltico, diplomatas seniores de Reino Unificado, Canadá, Alemanha, França, Itália, Japão, Estados Unidos e União Europeia também prometeram manter sua assistência militar e de resguardo “por quanto tempo for necessário.”

Eles também atacarão o que chamaram de desinformação russa com o objetivo de culpar o Poente por problemas de fornecimento de mantimentos ao volta do mundo devido às sanções econômicas sobre Moscou e pediram que a China não ajude Moscou ou justifique a guerra da Rússia, segundo o enviado conjunto.

“Fizemos o suficiente para mitigar as consequências desta guerra? Não é nossa guerra. É uma guerra do presidente da Rússia, mas temos responsabilidade global”, afirmou a ministra das Relações Exteriores da Alemanha, Annalena Baerbock, a repórteres em uma entrevista coletiva de fechamento do encontro.

A chave para aumentar a pressão sobre a Rússia é proibir ou diminuir gradualmente a compra de petróleo russo. A expectativa é que Estados-membros da UE cheguem a um consonância sobre o ponto na próxima semana, mesmo que neste momento haja oposição da Hungria.

“Aceleraremos nossos esforços para reduzir e fechar a sujeição dos fornecimentos de virilidade russos e o mais rápido provável trabalhar em cima dos compromissos do G7 para diminuir gradualmente ou proibir importações de carvão e petróleo da Rússia”, disse o enviado.

Os ministros disseram que acrescentariam mais sanções contra a escol russa, incluindo personagens econômicos, instituições do governo meão e o Tropa, que permitem que o presidente Vladimir Putin “lidere a guerra que escolheu.”

A reunião no setentrião da Alemanha, que contou com a participação dos ministros de Relações Exteriores de Ucrânia e da Moldávia, também destacou preocupações com a segurança fomentar e temores de que a guerra na Ucrânia possa transbordar à vizinha menor Moldávia.

“Pessoas morrerão na África e no Oriente Médio e temos uma questão urgente pela frente: quantas pessoas podem ser alimentadas ao volta do mundo? As pessoas estão se perguntando o que acontecerá se não tivermos os grãos que precisamos e que costumávamos comprar de Rússia e Ucrânia”, disse Baerbock.

CNN Brasil

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