Finlândia: cláusula de resguardo da União Europeia pode ser salvaguarda antes da Otan

Por redação

A Finlândia analisa o contrato de resguardo mútua da União Europeia uma vez que uma salvaguarda de segurança enquanto seu pedido à Organização do Tratado do Atlântico Setentrião (Otan) é processado, disse o ministro das Relações Exteriores Pekka Haavisto a parlamentares do conjunto europeu nesta quinta-feira (12).

“É evidente que temos conversado com nossos amigos da UE que tipo de espeque poderia ser, por exemplo, o cláusula 42.7 nessas circunstâncias”, disse ele, dirigindo-se aos legisladores da UE por meio de uma chamada de vídeo.

O ministro referia-se à cláusula de resguardo mútua da UE, que afirma que “se um estado-membro for vítima de agressão armada no seu território, os outros estados-membros terão para com ele a obrigação de ajuda e assistência por todos os meios ao seu alcance”, em contrato com as regras de autodefesa das Nações Unidas.

“Acho que seria muito importante sublinhar a solidariedade de contrato com esse cláusula, porque isso é em nossa mente alguma coisa que já existe”, disse Haavisto.

Adesão à Otan

Desde a invasão russa da Ucrânia, Finlândia e Suécia estão considerando a possibilidade de solicitar a adesão à federação, o que marcaria uma importante mudança política para a região nórdica.

O presidente e a primeira-ministra da Finlândia anunciaram seu espeque ao ingresso do país nesta quinta-feira, movendo a país nórdica, que compartilha uma fronteira de 1.300 km com a Rússia, a um passo mais perto da adesão à federação militar liderada pelos Estados Unidos.

“A adesão à Otan fortaleceria a segurança da Finlândia. Uma vez que membro da Otan, a Finlândia fortaleceria toda a federação de resguardo. A Finlândia deve solicitar a adesão à Otan sem vagar. Esperamos que as medidas nacionais ainda necessárias para a decisão sejam tomada rapidamente nos próximos dias”, declararam o presidente Sauli Niinisto e a primeira-ministra Sanna Marin em um enviado.

CNN Brasil

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