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Eleições 2022: Pré-candidatos a presidente falam sobre o combate à Covid-19

Por redação

O Boletim InfoGripe, divulgado pela Instalação Oswaldo Cruz (Fiocruz), na última quarta-feira (1º), informa que a Covid-19 respondeu por 59,6% dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) registrados nas últimas quatro semanas.  Segundo a Fiocruz, o Brasil apresenta incremento de casos de Covid-19 nas tendências de longo e pequeno prazos – últimas seis e três semanas, respectivamente.

De contrato com dados do Recomendação Vernáculo dos Secretários de Saúde (Conass), mais de 667 milénio pessoas morreram de Covid-19 no país desde o início da pandemia.

A CNN perguntou aos pré-candidatos à Presidência da República o que eles propõem para manter e aprimorar o combate à doença.

Confira aquém as respostas:

Luiz Inácio Lula da Silva (PT):

O pré-candidato não respondeu até o momento da publicação.

Jair Bolsonaro (PL):

O presidente não respondeu até o momento da publicação.

Ciro Gomes (PDT):

O pré-candidato não respondeu até o momento da publicação.

André Janones (Avante):

O pré-candidato não respondeu até o momento da publicação.

Simone Tebet (MDB): 

A pré-candidata não respondeu até o momento da publicação.

Luciano Bivar (União Brasil):

É preciso investir em campanhas de explicação sobre a valimento da vacinação para evitar que fake news sobre o tópico prosperem. Também é necessário aumentar a testagem, pois com os sintomas  leves as pessoas acabam se expondo mais justamente por não saberem que estão contaminadas. E, uma vez que sempre, é preciso seguir todas as recomendaçōes dos médicos, cientistas e autoridades sanitárias

Felipe d’Avila (Novo):

O pré-candidato não respondeu até o momento da publicação.

José Maria Eymael (DC):

O pré-candidato não respondeu até o momento da publicação.

Leonardo Pericles (UP):

O pré-candidato não respondeu até o momento da publicação.

Pablo Marçal (Pros):

O pré-candidato não respondeu até o momento da publicação.

Sofia Manzano (PCB):

A pré-candidata não respondeu até o momento da publicação.

Vera Lúcia (PSTU):

Os dados mostram um aumento na média traste de casos de covid-19 no Brasil neste atual momento. Isso exige a adoção de medidas que visam proteger a saúde da população. Infelizmente, essa situação ainda acontece no Brasil devido a postura do presidente Bolsonaro, que durante toda a pandemia, esteve ao lado do vírus e não em resguardo da vida. A política genocida adotada pelo governo federalista é responsável pelas mais de 660 milénio vidas perdidas.

Para aprimorar o combate à covid-19 é preciso fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS), aumentando os recursos, garantindo infraestrutura para o atendimento à população e melhores condições de trabalho e salários aos trabalhadores da saúde.

Muito uma vez que, deve-se realizar uma possante campanha de conscientização sobre os cuidados a serem tomados, destacando a valimento do uso das máscaras, do álcool em gel, do distanciamento social e da vacina. Essa conscientização é urgente e necessária, já que foi construído um movimento antivacina, encabeçado pelo presidente da República, o que tem levado milhões de pessoas a não ir aos postos de saúde.

Outra medida é proceder na campanha de vacinação, garantindo vacina a todos, pelo SUS. E, para que não falte vacinas no Brasil, defendemos a quebra das patentes, ou seja, do monopólio de fabricação e comercialização das grandes farmacêuticas. Se isso já tivesse ocorrido, teria permitido a rápida fabricação das vacinas, a imunização da grande maioria da população e impedido o surgimento de novas variantes. Porém, a lógica do capitalismo coloca o lucro sempre supra da vida. Por isso, os governos seguem defendendo a propriedade privada, o recta de patente e os lucros das grandes farmacêuticas, enquanto isso, a pandemia continua matando os trabalhadores.

Fotos – Os pré-candidatos à Presidência

CNN Brasil

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