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Dólar recua com risco fiscal no radar e inflação inferior do esperado

Por redação

O dólar caía 0,31%, cotado a R$ 4,874, por volta das 9h30 desta quinta-feira (9), em um dia de desempenho fraco no exterior. A moeda devolve segmento dos fortes ganhos em relação ao real nos últimos dias, ligados às preocupações de investidores sobre um novo risco fiscal no Brasil, o que tira investimentos do país.

A aversão a riscos está ligada ao proclamação de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que procura reduzir o preço dos combustíveis.

A teoria é isentar impostos federais do diesel e do gás, e produzir um fundo para indemnizar financeiramente estados que isentem a cobrança de ICMS na gasolina. A equipe econômica estima um impacto de tapume de R$ 40 bilhões nas contas públicas.

Ao mesmo tempo, o mercado repercute nesta sessão a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Largo (IPCA) de maio, que veio inferior do esperado e reforçou uma desaceleração da inflação posteriormente o pico de abril.

Étore Sanchez, economista-chefe da Ativa, afirma que “o IPCA de hoje é um foco de conforto na pressão recente para uma postura mais austera do Banco Meão, mas tais perspectivas para a Selic também seguem muito suscetíveis aos projetos em tramitação no Congresso”.

Outro ponto de atenção nesta sessão, o Banco Meão Europeu (BCE) concluiu sua reunião de política monetária e, uma vez que esperado pelo mercado, decidiu sinalizar duas altas de juros em julho e setembro. Para o próximo mês, a autonomia já indicou elevação de 0,25 ponto percentual, enquanto tenta combater uma inflação recorde, supra de 8%. A perspectiva de um ciclo de aperto monetário favorece o euro, que sobe perante o real.

O Banco Meão fará nesta sessão leilão de até 15 milénio contratos de swap cambial tradicional para fins de rolagem do vencimento de 1° de agosto de 2022.

Na quarta-feira (8), o dólar teve subida de 0,34%, a R$ 4,89. Já o Ibovespa fechou em queda de 1,55%, aos 108.367,67, o menor patamar desde 19 de maio e com a maior maior queda percentual desde 18 de maio.

Sentimento global

Os investidores ainda mantém uma potente aversão global a riscos desencadeada por temores sobre uma verosímil desaceleração econômica generalizada devido a uma série de altas de juros pelo mundo para sofrear níveis recordes de inflação, o que prejudicaria diversos tipos de investimentos.

A principal culpa para essa aversão é o ciclo de subida de juros nos Estados Unidos, com a elevação mais recente anunciada pelo Federalista Reserve em 4 de maio. A autonomia já chegou a descartar altas de 0,75 ponto percentual nos juros, ou um risco de levar a economia do país a uma recessão, mas sinalizou ao menos mais duas altas de 0,5 p.p.

Os juros maiores nos Estados Unidos atraem investimentos para a renda fixa do país devido a sua subida segurança e favorecem o dólar, mas prejudicam os mercados de títulos e as bolsas ao volta do mundo, inclusive as norte-americanas.

Ao mesmo tempo, o mercado acompanha os dados sobre a economia do país para entender o quão ofensivo o Fed poderá ser no processo. A confirmação da contração da economia dos Estados Unidos no primeiro trimestre, por exemplo, reforçou a visão de que a autonomia não deverá ser tão ofensivo na subida de juros quanto o previsto.

Por outro lado, com o termo do lockdown na cidade chinesa de Xangai e conforto nas restrições na capital Pequim, a expectativa é que a demanda chinesa retorne aos níveis anteriores, o que voltou a proporcionar exportadores de commodities e aliviou uma segmento das pressões sobre o real.

Com as duas novidades, o Ibovespa e o real encontraram espaço para valorização. Qualquer mudança nessas percepções, porém, prejudica os dois.

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*Com informações da Reuters

CNN Brasil

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