Dólar abre em queda com dados de inflação no Brasil e nos EUA no radar

Por redação

O dólar dólar caía 0,37%, cotado a R$ 5,114, por volta das 9h23 desta quarta-feira (11), conforme o mercado repercute o Índice de Preços ao Consumidor Espaçoso (IPCA) de abril e aguarda a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (CPI na {sigla} em inglês) dos Estados Unidos.

O IPCA, medida solene de inflação do Banco Meão, desacelerou em relação a março, vindo levemente supra das expectativas do mercado. Entretanto, a subida de 1,06% foi a maior para o mês desde 1996. A projeção atual do mercado é que o BC realize mais uma subida na taxa Selic em junho, encerrando o ciclo em 13,25% ao ano.

No caso dos Estados Unidos, o CPI não é a principal medida de inflação acompanhada pelo Federalista Reserve, mas deve dar pistas sobre os próximos passos do ciclo de subida de juros. Se indicar um pico no processo inflacionário, as próximas elevações de juros podem ser mais suaves.

O Banco Meão fará neste pregão leilão de até 15 milénio contratos de swap cambial tradicional para fins de rolagem do vencimento de 1° de julho de 2022.

Na terça-feira (10), o dólar teve queda de 0,41%, a R$ 5,134. Já o Ibovespa caiu 0,14%, aos 103.109,94 pontos.

Pessimismo global

O instigador mais recente da aversão global a riscos foi a subida de juros nos Estados Unidos, anunciada pelo Federalista Reserve na quarta-feira (4). Apesar de descartar altas de 0,75 p.p. ou um risco de recessão, a autonomia sinalizou ao menos mais duas altas de 0,5 p.p.

Os juros maiores nos Estados Unidos atraem investimentos para a renda fixa do país devido a sua subida segurança, mas prejudica as bolsas ao volta do mundo, inclusive as norte-americanas.

Junto com uma série de elevações de juros pelo mundo, os lockdowns na China para tentar sofrear a Covid-19 aumentam as projeções de uma potente desaceleração econômica, prejudicando os mercados.

O incremento das exportações chinesas desacelerou a um dígito, nível mais fraco em quase dois anos, enquanto as importações mal mudaram em abril, ampliando as preocupações econômicas.

Efeitos no real

Retornando aos R$ 5, o dólar reverteu segmento dos ganhos que o real obteve nos primeiros meses do ano devido a uma combinação de fatores que influenciaram no fluxo de compra e venda da moeda.

Ao CNN Brasil Business, especialistas associaram essa valorização recente a dois principais fatores: a perspectiva de altas maiores de juros nos Estados Unidos e os temores em relação aos lockdowns estabelecidos em uma série de cidades economicamente relevantes na China.

Os juros norte-americanos maiores tendem a atrair investimentos para o mercado de títulos do Tesouro do país, retirando capital de mercados considerados mais arriscados que o dos Estados Unidos, caso do Brasil.

Já as medidas de controle de disseminação da Covid-19 na China, que afetam cidades uma vez que Xangai e Pequim, tendem a reduzir a demanda da segunda maior economia do mundo por commodities, prejudicando seus principais fornecedores, entre eles o Brasil, e influenciando negativamente nos preços desses produtos.

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*Com informações da Reuters

CNN Brasil

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