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Consumo de gás proveniente aumentou 6,9% no primeiro trimestre, aponta Abegás

Por redação

O consumo de gás proveniente no Brasil cresceu 6,9% no primeiro trimestre, em relação ao mesmo período do ano pretérito, mesmo em meio ao ciclo de altas do resultado.

O número é de um levantamento da Associação Brasileira de Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás), e exclui a parcela de consumo do resultado porquê combustível para usinas termelétricas, onde a utilização está em queda por conta da normalização dos índices dos reservatórios das hidrelétricas.

O aumento é justificado pela subida em três segmentos no qual o gás proveniente é utilizado: automotivo (19,2%), negócio (14,35%) e indústria (6,15%).

Diretor de Estratégia de Mercado da Abegás, Marcelo Mendonça explica que a opção pelo resultado porquê combustível veicular aumentou por conta dos reajustes dos combustíveis líquidos, que têm preços ainda mais elevados.

“Há um incremento significativo do GNV. Apesar dos aumentos, ele segue muito competitivo. Qualquer medida que se faça para sofrear os preços no mercado de combustíveis precisa ter um olhar para o mercado de GNV, porque temos mais de dois milhões de usuários. Em universal, são pessoas que trabalham com transportes e fazem do combustível uma natividade de renda, por justificação da competitividade”, afirma Moreira.

No dia 29 de abril, a Petrobras anunciou um reajuste médio de 19% nos contratos de gás proveniente para as distribuidoras. Com isto, os preços subiram e o dispêndio do metro cúbico do gás proveniente se aproximou do litro do etanol.

No entanto, Moreira aponta que o combustível fóssil leva vantagem em relação ao biocombustível com relação à eficiência. “O metro cúbico de gás proveniente veicular permite rodar mais do que o litro de etanol. Portanto, a competitividade é maior”, pondera.

De concordância com uma estimativa da associação, um veículo popular anda 7,5 km por litro de etanol, 10,7 km com gasolina, e 13,2 km por metro cúbico de gás proveniente.

As altas registradas no uso pelo negócio e pela indústria foram percebidas pela entidade porquê revérbero da retomada econômica do país, em seguida o ciclo mais grave de Covid-19 e o progresso da campanha de vacinação.

CNN Brasil

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