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CNC: Dia dos Namorados deve movimentar quase R$ 2,5 bi em 2022

Por redação

Uma projeção divulgada, nesta segunda-feira (6), pela Confederação Pátrio do Negócio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que o negócio varejista brasílico deve movimentar quase R$ 2,5 bilhões para o Dia dos Namorados, comemorado no próximo domingo (12).

Caso o resultado seja concretizado, o volume de vendas do negócio será 2,6% menor neste ano, quando comparado com a data comemorativa em 2021. O principal motivo: a pressão inflacionária que reduziu o poder de compra dos brasileiros, segundo o estudo. O Dia dos Namorados é a sexta data comemorativa mais importante do varejo, em termos de movimentação financeira.

Outro fator que afeta a intenção de consumo pelos brasileiros no período é a menor disponibilidade de produtos no mercado interno, influenciado pelo choque de oferta causado pelo lockdown na China e da guerra no leste europeu, entre Ucrânia e Rússia.

Dessa forma, segundo a CNC, o cenário macroeconômico causará o encarecimento dos produtos no Brasil em, aproximadamente, 10,7% – maior resultado da série histórica, iniciada em 2013. Destacam-se neste contexto as variações mais acentuadas nos pacotes turísticos, que devem permanecer 20% mais dispendioso neste ano, comparado com o ano pretérito.

Entre os produtos mais procurados pelos casais no Dia dos Namorados estão os segmentos de vestuário, calçados e acessórios que, sozinhos, devem movimentar R$ 1,049 bilhão, o equivalente a 42% do totalidade comercializado no país. As vendas de itens de farmácias, perfumarias e cosméticos também tendem a prosseguir 7,4%, respondendo por pouco mais de 7% de toda a movimentação financeira esperada.

Regionalmente, São Paulo (R$ 919,9 milhões), Minas Gerais (R$ 265,0 milhões) e Rio Grande do Sul (R$ 203,7 milhões) responderão por mais da metade (56%) da movimentação financeira vernáculo com a data.

Para 2022, a movimentação financeira esperada para a data comemorativa deverá ser semelhante à verificada em 2019, quando as vendas do setor também totalizaram R$ 2,47 bilhões. Em 2020, primeiro ano da pandemia de Covid-19, o setor registrou queda histórica de 21,5%, com uma perda totalidade de murado de R$ 500 milhões.

CNN Brasil

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