China denuncia as sanções dos EUA contra suas empresas

Redação Brasil
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(Arquivo) Pequim e Washington concordaram em uma trégua temporária na contusão de quase dois anos de guerra comercial© Greg Baker (Arquivo) Pequim e Washington concordaram em uma trégua temporária na contusão de quase dois anos de guerra comercial

A China condenou nesta quinta-feira as disposições do orçamento de defesa dos Estados Unidos que impedem o desenvolvimento de empresas chinesas e ameaçou os Estados Unidos com medidas retaliatórias.

O orçamento do Pentágono, definido na semana passada, proíbe as empresas de recorrer a fundos federais para comprar vagões e ônibus elétricos produzidos por empresas chinesas.

Essa medida parece direcionada contra o fabricante chinês de materiais ferroviários CRRC e o fabricante de veículos elétricos BYD.

A lei financeira também contém disposições sobre a Huawei, a gigante chinesa das telecomunicações.

Washington suspeita que a empresa possa espionar Pequim, e o texto proíbe o governo Trump de remover a Huawei da lista negra que impede as empresas americanas de trabalharem com ela.

Questionado sobre essas disposições, o porta-voz do Ministério do Comércio chinês, Gao Feng, falou da firme oposição” da China.

“A China estudará cuidadosamente o impacto da lei nas empresas chinesas e tomará todas as medidas necessárias para proteger seus legítimos direitos e interesses”, alertou ele, sem especificar em que consistem essas medidas de retaliação.

Pequim já havia protestado no sábado contra o orçamento do Pentágono, que defende o fortalecimento dos laços militares com Taiwan e reafirma o apoio de Washington ao movimento de protesto em Hong Kong.

No entanto, Gao disse que as discussões com os Estados Unidos continuam e o objetivo é assinar um acordo comercial preliminar, o primeiro passo na resolução esperada da disputa econômica entre os dois países.

“A China e os Estados Unidos continuam atualmente os processos necessários de exame legal, tradução e correção do texto”, afirmou.

“Os dois países estão em estreita comunicação sobre as próximas etapas, como a assinatura do acordo”.

O governo Trump disse estar confiante de que um acordo preliminar será assinado no início de janeiro.

prw-bar/bc/zm/cn

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