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Biden reitera a prestígio da democracia em sinceridade solene da Cúpula das Américas

Por redação

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, abriu oficialmente a Cúpula das Américas nesta quarta-feira (8). O evento é sediado em Los Angeles e reúne líderes de países das Américas para discutir e buscar soluções para questões políticas compartilhadas. Em seu oração, Biden  enfocou a democracia.

“Nesta cúpula, temos a oportunidade de nos reunir em torno de algumas ideias ousadas, ações ambiciosas e provar ao nosso povo o incrível o poder da democracia para oferecer benefícios concretos e tornar a vida melhor para todos, todos”, disse Biden.

Essa é a primeira vez que os EUA sediam a Cúpula das Américas desde a sua iniciação em 1994. Mas a decisão do presidente de não incluir Cuba, Venezuela e Nicarágua gerou um boicote de várias nações.

O presidente do México, muito porquê os líderes de El Salvador, Honduras e Guatemala faltaram à reunião em protesto.

Ainda assim, o presidente Biden tentou trazer um toque positivo em seu oração de sinceridade.

“A democracia não é unicamente a particularidade definidora das histórias americanas, mas o substância precípuo para o horizonte das Américas”, afirmou.

O presidente foi vaiado por um pequeno número de membros da plateia ao transfixar o evento. Não ficou simples o que eles estavam dizendo – e Biden continuou seu oração em seguida uma breve pausa.

Estudo

O presidente Joe Biden chegou em Los Angeles na quarta-feira para receber quase duas dúzias de líderes da América Latina, esperando usar novos anúncios econômicos e migratórios para provar coesão em uma região de política fraturada e, às vezes, com ceticismo enraizado em relação aos Estados Unidos.

Sua missão foi dificultada pela decisão de vários líderes de boicotar o evento, incluindo os altos funcionários do México e de três países da América Mediano que os EUA trabalharam para cultivar relações.

Eles se recusaram a comparecer porque Biden se recusou a invitar três líderes autocráticos: Cuba, Venezuela e Nicarágua.

O drama sobre a lista de convidados diminuiu a perspectiva de grandes avanços de união. No entanto, Biden permaneceu com a intenção de mostrar seu compromisso com uma segmento do mundo muitas vezes negligenciada na política externa americana.

Biden lançou a cúpula pedindo cooperação e um foco renovado na democracia, um apelo urgente depois que sua exclusão de líderes autocráticos na conferência provocou protestos e boicotes.

“No momento, precisamos de mais cooperação, propósito geral e ideias transformadoras. Nunca houve uma premência maior do que hoje”, disse Biden ao transfixar o evento de três dias.

Ele disse que agora é fundamental “provar ao nosso povo o poder das democracias para tornar a vida melhor para todos”.

E enquanto a China faz incursões na América Latina, Biden disse que “temos todas as ferramentas de que precisamos cá em nosso próprio hemisfério” para fornecer segurança e progresso econômico

Encontro com Bolsonaro

Em Los Angeles, Biden deve se encontrar pela primeira vez com o presidente brasílico Jair Bolsonaro, que pensou em um boicote antes de prometer um encontro pessoal com o líder americano.

O líder populista de extrema-direita, que era um coligado próximo do presidente Donald Trump, foi ignorado pela Moradia Branca até agora.

No início desta semana, ele até ecoou Trump ao lançar dúvidas sobre a vitória de Biden nas eleições de 2020 em comentários de São Paulo. Ele também questionou a confiabilidade dos sistemas eleitorais do Brasil.

Sullivan disse esperar que os dois presidentes discutam “eleições democráticas livres, justas e transparentes” em suas conversas.

“Não há tópicos fora dos limites em qualquer bilateral que o presidente faça, inclusive com o presidente Bolsonaro”, disse Sullivan.

*Publicado por Anna Gabriela Costa

CNN Brasil

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