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3 razões pelas quais o preço do petróleo deve seguir cimeira, segundo especialistas

Por redação

Os preços do petróleo voltaram ao ponto em que estavam nos primeiros dias da guerra na Ucrânia, e não há perspectiva de conforto significativo para motoristas e empresas a pequeno prazo.

O preço do petróleo Brent, referência global, subiu para mais de US$ 124 o barril no início desta semana —seu nível mais cimeira desde o início de março—, depois que a União Europeia anunciou que cortaria 90% de suas importações de petróleo russo até o final deste ano.

Desde logo, os preços caíram ligeiramente para murado de US$ 117, em grande secção por desculpa das expectativas de que a Opep bombeará mais petróleo, mas não o suficiente para sossegar a dor sentida pelos consumidores na petardo ou para domar a inflação global. O embargo da UE e a recuperação da demanda na segunda maior economia do mundo vão mantê-los altos, segundo especialistas.

Matt Smith, analista-chefe de petróleo para as Américas da Kpler, uma empresa de estudo, disse à CNN que “os preços do petróleo de três dígitos” provavelmente permanecerão.

“Se a demanda chinesa voltar a crescer em seguida os lockdowns, e a Rússia continuar a ver a produção tombar, logo um novo teste da subida de US$ 139 vista no início do ano não está além das possibilidades”, disse ele.

Europa abandona petróleo da Rússia

Mesmo que a elevação da inflação e o desenvolvimento lento aumentem o espectro da recessão, é improvável que a demanda global por petróleo caia o suficiente para enfraquecer os preços, porquê aconteceu em 2008.

“A preocupação desta vez [por ser uma questão do lado da oferta] é que, mesmo se entrarmos em recessão […] podemos não necessariamente ver os preços caírem substancialmente na petardo”, disse Smith.

A União Europeia adotou formalmente na sexta-feira (2) seu embargo de petróleo, secção de um sexto pacote de sanções impostas a Moscou pela invasão da Ucrânia. A maioria dos países da UE agora tem seis meses para expelir gradualmente as importações de petróleo russo e oito meses para todos os outros produtos petrolíferos.

Por enquanto, disse Smith, o conjunto provavelmente continuará comprando petróleo da Rússia, mas está procurando fornecedores alternativos. Segundo dados da Kpler, as importações de petróleo bruto da Angola triplicaram desde o início da guerra, enquanto os volumes brasileiros e iraquianos aumentaram 50% e 40%, respectivamente.

O fornecimento de petróleo de locais mais distantes manterá os preços altos, disse Roslan Khasawneh, exegeta sênior de óleos combustíveis da Vortexa, uma empresa de dados de virilidade.

“Um impacto direto disso é o maior dispêndio de frete devido às viagens de longa intervalo e, por sua vez, os custos de entrega do petróleo”, disse ele.

Os governos podem fazer algumas coisas para diminuir os preços, incluindo oferecer subsídios aos combustíveis e limitar os preços na petardo. Mas a projéctil de prata que o mundo realmente precisa para reduzir os preços —muito mais oferta— é difícil de encontrar.

Alternativas insuficientes

No ano pretérito, a Rússia respondeu por 14% da oferta global de petróleo, segundo a Sucursal Internacional de Vigor (AIE), e as sanções do Poente à Rússia já estão criando uma vácuo significativa no mercado. A Rússia cortou quase 1 milhão de barris por dia de produção de petróleo em abril e isso pode chegar sobre 3 milhões de barris por dia durante o segundo semestre de 2022, segundo a AIE.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados, um grupo divulgado porquê Opep+, concordaram na quinta-feira em injetar mais 648 milénio barris de petróleo por dia no mercado global em julho e agosto —200 milénio a mais do que o planejado— em um conciliação que incluiu a Rússia.

A AIE prevê que a produção global de petróleo, excluindo a Rússia, deve aumentar mais de 3 milhões de barris por dia até o final deste ano, equilibrando o impacto das sanções.

Mas Smith acha que isso pode ser difícil de conseguir. Mesmo antes da guerra na Ucrânia, disse ele, os produtores de petróleo estavam diminuindo o investimento na produção, à medida que se voltavam para as energias renováveis. E a Opep tem seus limites.

“A Opep+ já está lutando para manter o ritmo do conciliação atual. Mesmo os principais membros da Opep, porquê Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Kuwait, exportaram consideravelmente menos no mês pretérito do que em abril”, disse ele.

Giovanni Staunovo, estrategista do banco de investimentos UBS, disse em nota na quinta-feira que “muitos estados membros da Opep+ já atingiram seus limites de capacidade”.

“Isso significa que os aumentos efetivos de produção provavelmente serão murado de metade do aumento da meta”, disse ele.

Funcionário segura modelo de petróleo. / 11/03/2019 REUTERS/Vasily Fedosenko

Possante demanda global

Durante meses, os lockdowns por desculpa do coronavírus em Xangai, em Pequim e outras grandes cidades chinesas prejudicaram a demanda no maior país importador de petróleo do mundo.

Mas, à medida que o governo chinês começa a diminuir essas restrições, a demanda reprimida pode aumentar os preços. A China também pode aumentar ainda mais as importações de petróleo da Rússia, dos quais proporção de referência do petróleo dos Urais está sendo negociado com um desconto de US$ 34 o barril em relação ao Brent.

A Vortexa estima que a China importou 1,1 milhão de barris de petróleo marítimo russo por dia em maio, um aumento de murado de 37% em relação à média do ano pretérito.

Smith, da Kpler, disse que não espera que a demanda na China volte com força por desculpa de sua abordagem em fases para suspender as restrições.

Mas “a maior influência de queda sobre os preços foi eliminada, portanto, mais uma razão para esperar ver os preços sustentados em torno dos níveis atuais daqui para frente”, disse ele.

A demanda por combustível nos Estados Unidos também se mostrou bastante resiliente, apesar de os preços de chorar. Na semana que terminou no sábado (28), a quantidade de combustível bombeada nos postos dos EUA caiu somente 5% em relação à mesma semana do ano pretérito, segundo a OPIS, que acompanha os preços da gasolina e dados de consumo.

Essa redução modesta aconteceu quando o preço médio pátrio aumentou mais de 50% ano a ano, atingindo US$ 4,60 o galão no final de maio.

*Com informações de Chris Isidore e Mark Thompson

CNN Brasil

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