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Cristina Kirchner acredita que morte de procurador não foi suicídio

A presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, afirmou nesta quinta-feira (21) que “está convencida de que não foi suicídio” a causa de morte do procurador Alberto Nisman encontrado sem vida em sua casa no último domingo (18). “A denúncia do procurador Nisman nunca foi em si mesma a verdadeira operação contra o governo.

” A denúncia do procurador nunca foi em si mesma a operação contra o governo. Nisman não sabia e, provavelmente, nunca soube . A operação real em relação ao governo foi a morte do procurador , depois de acusar o presidente , seu chanceler e secretário-geral do La Campora de ser cúmplices dos iranianos acusados ​​do atentado terrorista.  O usaram vivo e depois precisaram dele morto”, disse a mandatária por meio de comunicado no qual classificou a acusação apresentada por Nisman perante a justiça como um “verdadeiro escândalo político e jurídico”.

 

Na segunda-feira (19), Nisman compareceria ao Congresso, após convocação, para apresentar as provas que o levaram a pedir a abertura de um inquérito contra Cristina e Timerman. Nisman acusou a presidenta Cristina Kirchner e o chanceler Héctor Timerman de encobrir a participação do Irã no atentado contra um centro judaico em 1994.

A promotora Viviana Fein, responsável pela investigação da morte do promotor, informou nesta quarta-feira (21) que deu negativo o resultado da perícia para saber se havia vestígios de pólvora nas mãos dele. Por ser uma arma de pequeno calibre, no entanto, a promotora ainda não descartou a hipótese de suicídio.

 

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